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terça-feira, 18 de junho de 2013

Como impulsionar a venda de banners e espaços publicitários na internet?

Em entrevista ao Administradores.com, Carlos Cruz, diretor do IBVendas e especialista no tema, revela alguns segredos e dicas para quem busca tirar lucros nessa plataforma



Com a facilidade que a internet proporciona, abrir um blog ou ter um site nunca foi tão fácil. Através dessas plataformas, muitas pessoas buscam conseguir algum lucro. Uma forma muito comum para isso é através de banners e espaços publicitários espalhados no próprio site. 
Hoje, inclusive, existem diversas formas para conseguir isso. Seja através de programas de afiliados, Google Adsense, entre outros ferramentas disponíveis na internet. Um dos grandes desafios para blogueiros e pessoas que administram sites que estão começando, no entanto, é a venda desses banners para outras empresas ou agências de publicidade.
O portal Administradores.com entrevistou Carlos Cruz, diretor do IBVendas e especialista no tema, que revelou algumas dicas de como esses profissionais podem impulsionar a venda de banners em seus sites. Confira abaixo:
Para as pessoas que tem blogs ou sites na internet com espaço de banner/publicidade, qual deve ser o primeiro passo para atrair anunciantes?
O ideal é conhecer profundamente o perfil das pessoas que acessam o site, para que a publicidade veiculada atenda às necessidades e interesses daquele nicho específico de leitores. Caso contrário, a pessoa corre o risco de oferecer produtos ou serviços que não são interessantes para o visitante, o que acaba anulando a iniciativa.
Fazer ligações ou agendar visitas aos anunciantes em potencial no primeiro contato é importante ou tudo deve ser feito por e-mail?
O contato presencial é sempre mais efetivo, afinal email e telefone são sempre mais impessoais, você não consegue se expressar da forma que gostaria e ainda pode ser mal interpretado. Algumas vezes, o primeiro contato precisa por telefone ou email, por diversos motivos, por exemplo, incompatibilidade de agendas, mas o ideal é utilizar este momento para se apresentar, falar sobre a proposta e, posteriormente, marcar uma reunião, para garantir um relacionamento bem-sucedido. Porém, no mundo web nem sempre isso é possível. Portanto, vale a pena utilizar meios como Skype, Webex e outras plataformas para reuniões on-line.
Após o primeiro contato estabelecido e o não retorno do anunciante-alvo, o vendedor deve entrar em contato novamente com o "cliente" para saber o que ele achou da proposta inicial? Caso sim, existe uma média de tempo para entrar em contato? 
Com certeza! O vendedor deve entrar em contato com o cliente, para verificar se ele recebeu a proposta e saber se atende as necessidades mapeadas anteriormente. Pode ser que o cliente tenha dúvidas sobre o negócio, é importante sempre oferecer alternativas que atendam às suas necessidades. Não existe uma média de tempo para fazer este contato, isso é relativo, de acordo com o estilo do prospect e perspectiva de fechamento. Fique atento a sua personalidade e ao negócio de atuação, dessa forma será capaz de perceber se é uma pessoa mais aberta e disponível, do tipo que se pode ligar no dia seguinte, ou se é um empresário superocupado e formal, que só poderá falar com você daqui uma semana.
Muitas empresas digitais preparam um media kit com informações para apresentar aos possíveis anunciantes. Mas que informações não podem faltar nesse media kit?
As informações mais importantes para um anunciante são: Page views diários e mensais, tempo de permanência do leitor no site, perfil completo dos visitantes (gênero, idade, escolaridade, classe social, etc), anunciantes atuais e tabela de preços de acordo com espaço contratado. Estes são tópicos básicos, não podem faltar em nenhum media kit, mas claro que existem outros que podem ser incorporados, de acordo com o interesse dos clientes ou do site. Contar casos de sucesso podem aumenta a credibilidade e segurança do cliente na tomada de decisão.
Com a primeira venda de banners/publicidade para o anunciante realizada, qual seria a melhor forma manter esse contato com anunciante por mais tempo para tentar manter a venda?
Manter um bom relacionamento é primordial. Conhecendo bem o seu cliente é possível identificar exatamente qual o tipo de produto/serviço será oferecido, quais seus desejos e objetivos, se está insatisfeito e, até mesmo, se ele está pensando em adquirir novos serviços. Além disso, é importante ressaltar que o cliente satisfeito com um atendimento, cria uma imagem positiva da empresa e do processo de compra. Isso faz com que o procure sempre que necessário. Cliente bem atendido faz boas recomendações, que por sua vez, resultam em novos compradores.
Quais dicas complementares você daria para quem possui blogs e sites e quer vender na internet?
Na internet, você não consegue ter um contato direto com o cliente, seja cuidadoso com as palavras, para evitar problemas de interpretação, mal entendidos podem gerar um buzz negativo para seu negócio. E como no relacionamento “olho no olho” com o cliente, para o comprador on-line, a experiência e o bom atendimento são os detalhes que fazem a diferença. As pessoas imaginam que as dicas de vendas devem ser diferentes para os profissionais que atuam on-line e pessoalmente, se enganam. Conhecer bem o perfil do cliente e o produto/serviço que se vende continua sendo essencial para todos os segmentos. Aliado a isso, o vendedor deve oferecer um bom atendimento não só durante o processo de compra, mas também após a venda. Dessa forma, o vendedor será capaz de conquistar o comprador, firmando um relacionamento e obtendo frutos como indicações e consequentemente, mais vendas.
Fonte: Administradores

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como pensa e age a Geração Y na internet


Pesquisa revela que 74% dos entrevistados das classes A, B e C acessam a internet de casa e 76% da classe A utiliza Twitter


A boo-box, empresa de tecnologia em publicidade para mídias sociais, em parceria com a Hello Research, startup brasileira de inteligência de mercado, di os resultados de uma pesquisa inédita sobre o novo comportamento dos jovens adultos, a chamada Geração Y. O estudo foi realizado de outubro a novembro de 2011, com mais de três mil entrevistados e comprova mudanças no perfil dos jovens usuários de Internet no Brasil.
Resultados

A maioria dos jovens de até 25 anos são solteiros (87%), sendo que, de 25 a 30 anos, o percentual de casados passa de 13% para 32%. Ao contrário da percepção comum, é baixa a diferença de jovens com filho por região. O menor índice é na região Sul, com 9%, enquanto o maior, no Norte, é de 13%.

A ideia de liberdade, apesar de ser bastante valorizada pelos jovens, se contrasta com a questão de conforto e comodidade. Mais do que a metade dos entrevistados ainda mora com os pais (67%), sendo que a proporção cai de acordo com o aumento da idade. A relação entre classe social e saída precoce da casa dos pais também ficou evidente: enquanto 84% dos entrevistados da classe A ainda vivem com os pais, o número cai para 47% na classe D.
Geração Y
COMO SE RELACIONAR COM O CLIENTE Y Para 65% dos usuários, é importante interagir
com suas marcas favoritas e 16% usam mídias sociais para acompanhar, curtir ou reclamar 

Sobre a profissão, o jovem ainda prefere segurança em vez de grandes desafios. A maioria trabalha (58%), e os homens estão mais inseridos no mercado profissional do que as mulheres (63% e 52% respectivamente). A escolha pelo emprego se justifica pela possibilidade de realização (23%) e remuneração (19%).

O uso de Internet está cada vez mais democrático e espalhado por todas as regiões brasileiras. Sites de notícias e blogs já são a principal fonte de informação de 53% dos jovens, mais do que telejornais, que são a principal fonte de 48%. Além disso, a rejeição a revistas e jornais nas classes A e B chega a 67%, enquanto 53% confiam em blogs. O tempo de navegação é em média 31 horas por semana e a maioria das classes A, B e C acessam a Internet em casa (74%) – as classes D e E utilizam lanhouses. O Twitter se posicionou como uma rede social de formadores de opinião e de jovens de classes sociais mais abastadas, sendo usado por 76% dos entrevistados de classe A.

Nessa mesma categoria, foram também analisados os aspectos de pirataria (57% dos jovens afirmam fazer downloads piratas com frequência, com predominância das classes A e B), privacidade (há grande preocupação em segurança, com destaque às mulheres – 91%) e traição on-line (a maioria considera troca de mensagens picantes como traição).

Para a exposição das marcas na Internet, a pesquisa destacou a forte importância do boca-a-boca na rede: para 48% dos entrevistados, a melhor forma de decidir uma compra é conversar e escutar a opinião de amigos e parentes. Já para 65% dos usuários, é importante interagir com suas marcas favoritas e 16% usam as mídias sociais para acompanhar, curtir ou reclamar.

"Acreditamos que essa pesquisa traz uma ampla contextualização sobre como o jovem de hoje pensa e age. A partir deste mapeamento comportamental, as empresas poderão entender melhor o que eles precisam e querem atualmente. Esse entendimento é fundamental para o posicionamento das marcas, a gestão de relacionamentos a longo prazo e na elaboração de planos de marketing 2.0", completa Marco Gomes.

Metodologia

O estudo foi realizado através de análise on-line, com entrevistas realizadas a partir das redes sociais, como o Twitter e Facebook. Cerca de três mil jovens de 18 a 30 anos responderam um questionário que contou com critérios de família, grau de independência, profissão, religião, atividade física, meio de transporte, Internet, redes sociais, pirataria, privacidade, real versus digital e marcas na Internet. "O ponto alto do estudo foi colocar em pauta questões que o senso comum já definia como encerradas sobre essa geração. Com ele, conseguimos perceber que existe mais preconceito sobre o tema do que, propriamente, dados concretos e atuais", declara Davi Bertoncello, VP de Planejamento da Hello Research.
Fonte: Administradores

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Quais são os hábitos da terceira idade na internet?


Usuários com mais de 60 anos já representam 7% dos internautas do Brasil e costumam passar mais tempo com serviços online como notícias, transações bancárias, e-commerce e pesquisa sobre viagens

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | pauta@mundodomarketing.com.br


São grandes usuários de serviços online e passam, em média, quatro horas e 11 minutos conectados ao mundo virtual aos fins de semana. Pode não parecer, mas estas características representam os hábitos dos internautas da terceira idade no Brasil. Em comparação à quantidade de horas na internet, segundo o QualiBest, estes internautas navegam apenas 40 minutos menos que os jovens e o número de homens conectados é 30% maior do que o de mulheres.
Terceira Idade,internet,idososEm 2009, o público sênior representava apenas 5% dos acessos à internet, mas, no fim de 2011, o índice chegou a 7%, segundo dados da comScore Brasil. A inclusão digital dos idosos, no entanto, está ainda restrita à classe AB. O maior nível de escolaridade tem sido o principal fator para a penetração das redes digitais nas casas dos consumidores seniores, segundo a última edição do estudo “O Painel Brasil Data Sênior”, feito pelo Somatório Pesquisa, em 2011. Apesar de 34% das pessoas da terceira idade terem computador com acesso à internet em casa, apenas 16% estão inseridos no universo da informática.
“O índice de inclusão é maior em domicílios em que os idosos moram com os netos ou filhos que usam o computador, assim eles começam a perceber as possibilidades da rede. Já nos ambientes em que vive apenas um casal nessa faixa etária, o acesso à internet é baixo e eles suprem de outra forma a necessidade de informação e comunicação”, conta Luciana Guerra, Diretora de Marketing do Somatório Pesquisa da Brasil Data Sênior, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Perfil dos internautas após os 60 anos
Os homens são mais ativos do que as mulheres no meio digital neste período da vida. Segundo a pesquisa do QualiBest, o sexo masculino representa 65% dos usuários acima de 60 anos, apesar delas serem maioria no país. No total, o número de idosos no Brasil corresponde a 57% de mulheres e 43% de homens. Elas, por sua vez, são as que mais utilizam as ferramentas de bate-papo, como Skype e MSN, e redes sociais.
“Os meninos, desde jovens, têm uma maior facilidade e proximidade com a tecnologia e isto não muda ao longo do tempo. Se compararmos um homem e uma mulher de 70 anos, a tecnologia para o sexo masculino tem o mesmo sentido que para os mais jovens, já para as mulheres não. Este é um mito que está sendo derrubado entre os mais novos, mas na terceira idade ainda aparece”, afirma Luzia Nicolino, Diretora de Marketing & Inovação do QualiBest, em entrevista ao portal.   
Os serviços, como notícias, bancos, e-mail e sites ligados a viagens, são os mais utilizados pelos consumidores da terceira idade, com 78%, seguidos pelo e-commerce (72%). Os jovens, em contrapartida, acessam estas opções em 68% e 60% dos casos, respectivamente. Atualmente, 25% dos e-consumidores têm mais de 50 anos, segundo dados da e-bit. Há 10 anos, este número era de 10%, o que confirma o aumento da confiança deste público no setor, além da opção dos idosos por não precisarem se locomover ou passar por situações de estresse ao saírem de casa para fazer compras.
Redes Sociais e JogosTerceira Idade,idosos,internet
Dos entrevistados, 43% dos idosos alegam usar a internet para jogos. Os games mais procurados, entretanto, são aqueles parecidos com os que sempre estiveram acostumados no mundo offline, como damas, xadrez e pôquer.  
“A cada ano que realizamos a pesquisa, o número de usuários com mais de 60 anos vem aumentando, principalmente entre as mulheres sozinhas. Elas saem mais e mantêm um ciclo social conectado por trocas de MSN e e-mails. Hoje, o idoso tem que utilizar o caixa eletrônico no banco e baixar as fotos da câmera digital para o computador. Cada dia mais, ele está pressionado a lidar com a tecnologia”, declara Luciana.
Existe ainda uma pequena porcentagem (2%) de usuários da terceira idade que utilizam o computador, mas não acessam a web, contudo o relacionamento dos idosos com as redes sociais não difere tanto dos demais internautas. Eles usam a plataforma tanto para conversar quanto para jogar com outras pessoas. Segundo o QualiBest, 71% declaram acessar redes como Facebook, Twitter e Orkut. Já de acordo com o estudo feito pela e-bit, 9% dos consumidores entre 50 e 64 anos afirmam terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra.
“Sabendo que este público está na internet, as empresas deveriam investir em ações que compreendam as suas necessidades, como transações bancárias e compras virtuais. Principalmente a indústria farmacêutica podia prestar mais atenção aos consumidores da terceira idade no meio virtual e oferecer alguns serviços online”, diz Luzia.
Fonte: Mundo do Marketing

sexta-feira, 8 de março de 2013

Brasil é o 7º mercado de internet no mundo


O número de usuários aumentou 16% em relação ao ano anterior, sendo que a população online da América Latina cresceu mais rapidamente que em qualquer outra região em 2011: 16% de aumento


A comScore divulgou nesta segunda-feira, 19, seu relatório anual sobre as principais tendências digitais no Brasil em 2011 e as implicações dos resultados para o próximo ano. "2012 Brazil Digital Future in Focus" examina como as tendências mais importantes em mídias sociais, vídeos online, publicidade digital, internet móvel e busca estão definindo o mercado atual e de que modo devem influenciar o próximo ano.
Os resultados do estudo serão apresentados em um webinar gratuito, transmitido ao vivo nesta quarta-feira (21). Um deles mostra que o Brasil já é o 7º maior mercado de internet no mundo, com um público de 46,3 milhões de visitantes de 15 anos ou mais que acessam a rede pelo computador de casa ou do trabalho.
O número de usuários aumentou 16% em relação ao ano anterior, sendo que a população online da América Latina cresceu mais rapidamente que em qualquer outra região em 2011: 16% de aumento, chegando a 129,3 milhões em dezembro de 2011.
Os brasileiros passaram em média 26,7 horas online em dezembro de 2011, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior (equivalente a mais de 2 horas). Os portais foram a atividade online que gerou mais engajamento, com 39,2% do total de minutos em dezembro de 2011, seguidos pelas redes sociais, com 23% – um crescimento de 6,3 pontos percentuais no ano.
"As mídias digitais alcançaram um novo patamar no Brasil em 2011, impulsionadas por atividades como redes sociais, busca, vídeos e compras online, mostrando cada vez mais consumidores se voltando para a web e gastando uma parte cada vez maior de seu tempo com conteúdo digital", diz Alex Banks, diretor da comScore no Brasil. "Para marcas e publishers que buscam explorar as últimas tendências de consumo digital, é importante saber o que está por vir."
O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior. O Facebook também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos.
O mercado de publicidade digital brasileiro mantém crescimento. Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. A Netshoes foi o anunciante líder no mercado, enquanto o Facebook foi o maior publisher no país.
Celulares e tablets continuam a mudar o panorama digital, respondendo por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.
Fonte: Adnews

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Internet brasileira cresceu 11,2% em um ano, diz Ibope Nielsen


Comparação é entre janeiro de 2012 e o mesmo mês de 2011. Das 63,5 milhões de pessoas com acesso à web em casa ou no local de trabalho, 47,5 milhões foram usuários ativos

Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing


O número de usuários da internet brasileira cresceu 11,2% em um ano, segundo o Ibope Nielsen Online. A comparação foi realizada entre janeiro de 2012 e o mesmo mês de 2011. Das 63,5 milhões de pessoas com acesso à web em casa ou no local de trabalho, 47,5 milhões foram ativas no mês passado. Já em relação a dezembro, a alta foi de 2%.
O maior crescimento foi em residências: entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012, o número de usuários ativos domiciliares passou de 34,2 milhões para 39 milhões, o que representa 14% de expansão.
Em relação às categorias, a de sites de governo teve o maior crescimento mensal, de 13%. A audiência destas mídias passou de 22,3 milhões de visitantes únicos em dezembro para 25,3 milhões em janeiro. A evolução foi causada principalmente pela maior procura por informações sobre o Enem, o Prouni e as inscrições unificadas em instituições públicas de ensino superior. Já na comparação com janeiro do ano passado, a categoria Automóveis lidera com 27% em evolução no número de usuários únicos, seguida por Viagens, com 22%.
O estudo avaliou ainda a publicidade na internet, que também começou 2012 em alta. Em janeiro, foram veiculadas mais de seis mil campanhas de 2.124 anunciantes, um crescimento de 39% no período de um ano. O número de peças publicitárias em formato display passou de 20 mil e representou um aumento de 69% ante o mesmo mês de 2011.
Internet brasileira cresceu 11,2% em um ano, diz Ibope Nielsen

segunda-feira, 12 de março de 2012

Internet é principal influenciadora na decisão de compra, diz estudo


Pesquisa global da Fleishman-Hillard aponta também que consumidores seguem marcas nas redes sociais mais para buscar informações do que obter descontos

Por Cláudio Martins

A internet é a ferramenta mais influente na decisão de compra de 66% dos consumidores, segundo um estudo global da Fleishman-Hillard em conjunto com a Harris Interactive. De acordo com a pesquisa, a web está à frente de conselhos de amigos e parentes (61%), e-mails (51%), jornais (43%), televisão (42%), mala direta (37%), revistas e rádio, empatados com 28%.
Em relação às redes sociais, 79% dos entrevistados afirmam que ao seguir alguma marca nestes sites estão mais interessados em informações do que receber descontos, que é a preferência de 76% dos consumidores. Outros fatores que motivam esse comportamento são a possibilidade de obter informações exclusivas (73%), receber respostas positivas (69%) e compartilhar conteúdo em geral (67%).
O levantamento também aponta que produtos relacionados a viagens e lazer são os mais procurados na internet por 61% dos entrevistados. Os eletrônicos aparecem em seguida, com 52%. Na web, os sites de busca são as ferramentas mais empregadas por 89% dos entrevistados ao procurarem informações sobre algum produto ou serviço. Os portais das empresas são a preferência de 60% dos consumidores neste quesito, seguidos por sites de opinião (50%), portais de notícias (24%) e fóruns (24%). 
Fonte: Mundo do Marketing

sábado, 10 de março de 2012

Criatividade versus internet


"Como a web vai além das expectativas provoca grandes mudanças nos costumes do consumidor."



O mundo nunca mais voltará a ser como era antes da internet. Se você gostava dele antes, você deve ter mais de 30 anos. Com menos de 30, as mudanças são vistas sem problemas; menos de 20, o mundo sempre foi assim.

E para quem está no mercado, a web é um enorme desafio. Já diziam sobre o profissional de marketing: ou mergulha na internet ou muda de profissão. Atualmente, quase todos estão ligados à rede e o mercado precisa dela. Vejamos por quê.

Sintonia, o xis da questão

As nossas interferências inovadoras no contexto são bem sucedidas quando se integram a ele. E apesar dos sofisticados sistemas de pesquisa, não é possível prever as reações do público.

Um novo produto é aceito se atende a necessidades/desejos do consumidor e essa sintonia vai além do marketing e da criatividade, gerando mudanças rápidas nos costumes.

Ondas passageiras, mas não menos importantes

A internet também trouxe as redes sociais porque elas têm a ver com as necessidades de uma sociedade instável ou “líquida”, como defende Zigmunt Bauman, sociólogo que interpreta a atualidade.

Ninguém pode prever o destino do Facebook, mas conhecemos sua importância. Eis a hipótese sociológica sobre sua existência: ao sentir sob os pés a instabilidade, a sociedade recolheu-se em casa e lançou mão de bengalas, como as redes sociais e os pets.

Descartados e sobreviventes

Concluímos focando a criatividade e lembrando que o exercício de nosso potencial criativo é o exercício da individualidade. A sociedade moderna encoraja a adesão às correntes de espectadores. Se não exercermos nosso potencial criativo, iremos atrofiá-lo, nos tornando uma minoria sobrevivente em uma era quase virtual.

José Predebon é professor de criatividade na graduação da ESPM.

Fonte: Portal HSM

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Para jovens, internet e redes sociais são tão vitais quanto ar, água, alimento e moradia, aponta estudo


Levantamento ouviu universitários e profissionais de vários países

Um estudo mundial realizado pela Cisco entre universitários e jovens profissionais aponta que 33% dos entrevistados consideram a Internet um recurso essencial para o ser humano, como ar, água, alimento e moradia. E o relatório considera ainda que mais da metade não conseguiria viver sem a Internet e a cita como uma "parte integrante de sua vida" – em alguns casos, mais importante do que carros, namoro e "baladas".
Em sua segunda edição, o estudo realizado anualmente investiga a relação entre o comportamento humano, a Internet e a difusão das redes, dando uma ideia do pensamento, expectativas e comportamento da próxima geração da mão de obra mundial e como ela influenciará o mundo corporativo.
Os resultados fornecem também uma ideia dos desafios da empresa para manterem-se competitivas, levando em conta o futuro das comunicações corporativas, mobilidade e segurança, com tecnologias capazes de fornecer informações em cada vez mais lugares – de data centers virtualizados e computação em nuvem a redes com e sem fio tradicionais.
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iStockPhoto/ Ensiferum  

A pesquisa foi realizada em 14 países com universitários e profissionais com até 30 anos de idade dos EUA, Canadá, México, Brasil, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Itália, Rússia, Índia, China, Japão e Austrália.
Fonte: Administradores

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cinco áreas da internet que você deve dominar

Por Carlos Dias

Você já deve estar cansado de ouvir que precisa investir mais em internet. Pode parecer só mais uma sarna para se coçar, em meio a tantas coisas para fazer no dia a dia do seu negócio, mas acredite: não dá mais para adiar. Para um empreendedor, internet hoje em dia é como imposto. Você pode até não pagar uma Darf que não vai acontecer nada amanhã. Não é como luz ou telefone, que são implacavelmente cortados. Não vai aparecer no dia seguinte nenhum cobrador ou oficial de justiça, e o seu nome também não vai ser protestado em cartório no mês que vem. Mas lá na frente, o preço a pagar poderá ser devastador para a sua empresa.
“Estar presente na internet não é mais opcional”, garante o gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft, Maurício Ferreira. Na quinta reportagem da série Soluções de Sucesso, ele aborda com exclusividade para o Empreendedores as áreas essenciais da internet em que todo e qualquer dono de uma pequena empresa precisa atuar. Por isso, leia os cinco itens a seguir e confira se você está no caminho certo.

Um site, é claro

Ter um site é o primeiro passo. Muitas pequenas empresas já têm. O problema é que frequentemente esses sites não passam de um cartão de visitas na tela do computador, que não atrai o interesse de ninguém. Afinal, quem entra em um site apenas para ler “quem somos”? Isso acontece porque geralmente o empresário se sente apenas na obrigação de dizer que está na Web, tenta economizar e pede ajuda para aquele sobrinho que “manja muito de computador” fazer o site. Esse tempo acabou. É preciso ser profissional e oferecer conteúdo para que a visita ao site valha a pena tanto quanto entrar na sua loja. Quanto mais tempo ele ficar, mais chances de ele comprar.

“Hoje em dia, muitas pessoas podem até não fazer uma aquisição pela internet, mas todos a procuram antes de tomar a decisão”, explica Ferreira. Fazer um site profissional, no entanto, não quer dizer que ele deva ser complexo, cheio de efeitos especiais. “Seja simples, porém eficiente”, aconselha o especialista da Microsoft. Ele afirma que quanto mais complicado a ferramenta, mais difícil atualizar o site e mais dependente o empreendedor fica de um técnico. “Às vezes, pode demorar dias ou semanas para mudar o preço de um produto ou fazer uma promoção, porque o empresário não consegue fazer sozinho”, exemplifica Ferreira.

Loja virtual

Que é cada vez maior o número de brasileiros que fazem suas compras pela internet, todo empreendedor já sabe. Mas por que, então, apenas 20% das transações online são geradas por micro e pequenas empresas? Afinal, elas representam 98% de todas as companhias do país e respondem por mais da metade dos empregos formais. Algo não bate nessa conta. Um dos motivos parece ser a percepção de que o custo de uma loja virtual e a complexidade técnica de algo tão novo afugentam os empreendedores. De fato, isso é verdade. Só que esse é um caminho que não tem mais volta. Se você não planejar e investir nisso, vai ser como aquela Darf não paga.

Ferreira tem um ótimo argumento. “Na internet, sua loja tem o tamanho do monitor do seu cliente”, diz ele. “E ela é tão grande quanto a de uma multinacional.” Segundo ele, isso confere ao pequeno negócio condições de igualdade com a concorrência, pois nela cabem o mesmo número de consumidores. “Se você é bom no que faz e quer ampliar sua empresa, a plataforma online é o jeito mais eficiente”, diz ele. “E com apenas uma loja a mais.” Ferreira afirma, porém, que é preciso tomar cuidado com dois pontos essenciais. A primeira é a segurança. É absolutamente imprescindível certificar-se de que seu sistema garanta a segurança da transação, para você e para o consumidor. A segunda é logística. De nada adianta fazer uma venda se o produto não chega ou atrasa demais. “Pior do que cobrar o frete do consumidor, é não entregar”, alerta Ferreira. “Por isso, um bom parceiro logístico é fundamental.”

O boca-a-boca das mídias sociais

Se a sua loja é virtual, em que rua ela fica? Bem, rua em internetês é http. O que vem depois é seu endereço. Mas onde quer que seu comércio eletrônico esteja instalado, sua rua cruza ou é paralela das Avenidas Facebook, Twitter, Messenger, Orkut e está perto da nova Praça Google+. É por essas vias que seus clientes passam todos os dias. Sim, é outro mundo. Nelas cabem centenas de milhões de pessoas. E, ao mesmo tempo, tem o tamanho da tela do seu computador.

Deu para entender por que você tem que usar as chamadas redes sociais? É o mais poderoso boca-a-boca que já existiu. “Essas ferramentas integram as pessoas e fazem com que elas sejam os maiores divulgadores do seu serviço ou produto”, afirma Ferreira. Segundo ele, antes o marketing estava nas mãos do empresário. Hoje quem faz é o consumidor. “Você pode ter 20 mil seguidores no Twitter, mas um deles pode ter 100 mil”, diz ele, exemplificando o efeito-dominó que a opinião de um cliente pode gerar. É incontrolável e infinito. Ferreira recomenda, porém, não começar com todas as mídias sociais ao mesmo tempo, e ir aprendendo a tirar proveito delas aos poucos.

Você sabe o que é SEO?

Se você nunca ouviu falar dessas três letrinhas, não fique chateado. Você não está sozinho. Em português claro, essa sigla em inglês representa a técnica de como fazer um site aparecer com mais destaque nas ferramentas de busca, como o Google. E isso é mais um trabalho para você. Muitos empreendedores se queixam de que fizeram tudo direitinho: um site simples e eficiente, um comércio eletrônico seguro e pontual, e muitas horas nas mídias sociais. Mesmo assim, o número de acessos ao seu site é menor do que esperava. Por quê?

Porque, de cada quatro acessos a qualquer site brasileiro, em média três deles vêm de ferramentas de busca. Ou seja, sua empresa na internet pode ser muito boa, mas você poderia aumentar muito mais o número de cliques no seu site se sua empresa aparecesse na primeira página das pesquisas que as pessoas fazem. Afinal, se você mal passa da primeira página quando faz uma pesquisa, por que seu cliente faria? Por isso, sua empresa tem que aparecer na frente das outras.

E isso se faz com SEO, algo que você pode fazer sozinho, fuçando em ferramentas como o Google Analytics, mas pode contratar empresas especializadas, como a Mint ou a Gabbay. Você vai aprender que não se escreve em um site o que se gostaria, mas o que as pessoas estão digitando ao fazer suas buscas. Nesse aspecto, o cliente sempre tem razão. Por isso, agradeça aquele sobrinho que “manja muito de computador”, dê um presente para ele, esqueça sua opinião e escreva o que o seu cliente está procurando.

Computação na nuvem

Tudo que você leu até agora estava direcionado a como cativar clientes. Mas a internet não é – e nunca foi – só para isso. Quanto mais rápidas ficam as conexões, mais lógico se torna usá-la para tudo. Assim, nasceram naturalmente os serviços online. Não tem coisa melhor que receber um e-mail no trabalho e respondê-lo em casa ou em uma viagem sem precisar levar o computador? É o que se faz há anos com o Hotmail ou com o Gmail, e nunca ninguém se dá conta, tão natural e confortável que é.

O mesmo se faz hoje em dia com todo o resto, e serviços online ou computação na nuvem são sinônimos. Em vez de comprar programas (ou pirateá-los, que é uma prática contumaz no Brasil), é possível alugá-los online. “É mais difícil para pequenas empresas investir em softwares, mas há soluções a partir de 10 dólares por mês, e algumas são grátis”, diz Ferreira.

Nada fica instalado no seu computador, e tudo funciona desde que haja uma conexão com a internet. “Estamos em uma fase de desburocratização de tecnologia”, afirma ele, que cita a própria Microsoft como geradora de vários serviços de gestão de relacionamento com o cliente, o chamado CRM ou de segurança e gerenciamento do computador. Você pode até ter uma intranet assim, que pode ser acessada de qualquer lugar, o que pode e vai fazer de sua fábrica, escritório ou loja um lugar mais lucrativo, seguro e inovador.

Fonte: Empreendedores - O Blog da Caixa

domingo, 17 de julho de 2011

O empreendedor de sucesso, em cinco passos

 Por Carlos Dias

Você quer abrir uma empresa – ou fazer do negócio que já tem – uma fonte de satisfação pessoal e dinheiro sobrando no banco? É claro que quer. Você quer um mapa, um roteiro, uma receita de como atingir esse objetivo? Nem precisa responder. O problema é que isso não existe. Essa ilusão talvez seja um dos principais motivos da falência da maioria das empresas brasileiras antes de completarem um, três, cinco anos de vida. É que os olhos de muitos empreendedores são, às vezes, maiores do que a boca. O sonho de sucesso não se realiza apenas com uma boa ideia e vontade de trabalhar – coisa que o brasileiro tem de sobra. Em um mercado cada vez mais competitivo e agressivo, é preciso preparo.

O Empreendedores completa hoje dois anos de existência dedicado a ajudar os donos de micro e pequenas empresas a se preparar para atingir o sucesso. Você é um dos mais de 1,1 milhão de leitores que nesses 730 dias leram reportagens diárias, de domingo a domingo, deixando mais de 5 mil comentários. Com base nessa experiência, a equipe do blog detectou cinco aspectos do empreendedorismo que merecem atenção especial de qualquer pessoa que tenha ou pretenda abrir seu próprio negócio. Para comemorar o aniversário e com o objetivo de fornecer algo que se aproxime de uma receita de sucesso, começamos com este post uma série de reportagens intitulada Soluções de Sucesso, com o que consideramos os cinco principais passos para você atingir sua meta. São os seguintes:

Planejamento
Sabe por que Ayrton Senna era imbatível na chuva? Sim, claro que ele era talentosíssimo. Mas desde garoto, quando corria no kart, ele ia para a pista quando começava a chover. Enquanto outros voltavam para casa, ele ia treinar debaixo do temporal. O mesmo exemplo vale para o empreendedor. Muita gente abre logo a empresa, começa a trabalhar, mas não se prepara para isso, confiando apenas no talento. Elaborar um plano de negócios é essencial para atingir o sucesso. Afinal, como alcançar um objetivo se nem você sabe qual é?

Recursos Humanos
A sua empresa pode ser muito pequena. Pode ter apenas um funcionário. Mas toda viagem, por mais longa que seja, começa com o primeiro passo. Você pode ser o patrão, mas, acredite: um funcionário pode destruir a sua empresa. E a culpa é dele? Não, é sua. Por isso, o empreendedor precisa ler, pesquisar e aprender mais sobre liderança. Existem técnicas para seleção de colaboradores, e não se pode contratar alguém apenas porque você “foi com a cara” dele. Foi-se o também o tempo em que o chefe mandava e o empregado obedecia sem pestanejar nem reclamar. Hoje em dia, é preciso conquistar os corações e mentes para motivar a sua equipe. E se você fez direitinho o planejamento do seu negócio, você saberá aonde quer chegar e poderá cobrar objetivos dos seus funcionários.

Atendimento ao cliente
Se você contratou, treinou e motivou seus colaboradores, o bom atendimento ao cliente será uma consequência quase natural. Hoje em dia, com tantos produtos aparentemente parecidos e preços muito próximos, o que pode fazer toda a diferença é como o consumidor se sente no seu estabelecimento. Da mesma forma que os funcionários precisam se sentir bem tratados, o cliente também considera isso essencial – mesmo que nem se dê conta disso. Consciente de seus direitos, ele não quer ter a sensação de que tudo que você quer dele é o seu dinheiro. Para isso, também existem técnicas e o empresário tem que ler, pesquisar e acompanhar as tendências.

Internet
Muita gente ainda tem muita resistência às novas tecnologias de comunicação. Não é para menos. A cada dia surgem novos equipamentos, aparelhos, softwares e mídias sociais. Quando você se acostuma com uma coisa, aparece outra que todo mundo parece adorar – menos você. Afinal, se já dá tanto trabalho tocar o negócio no mundo real, como arrumar tempo para administrá-lo no virtual? É verdade. Mas não tem outro jeito. Estar na internet não é mais uma opção, um diferencial, mas sim uma necessidade. O lado bom disso é que vale a pena. Lembre-se de que, na tela do computador, sua empresa tem o mesmo tamanho de uma multinacional. Além disso, a internet faz parte do atendimento ao cliente simplesmente porque ele está lá.

Gestão financeira
Você sabe o que é margem de contribuição? E apuração de resultados? E ponto de equilíbrio? Uma grande quantidade de empreendedores nunca ouviu falar dessas expressões. E isso é um problema. Finanças e contabilidade são como chuva para muitos pilotos. Mas se você quiser ser um Ayrton Senna no seu ramo, precisa aprender. Mesmo com um negócio bem planejado, com uma equipe motivada e com muitos clientes satisfeitos, sua empresa pode ir por água abaixo sem uma boa gestão financeira. Quando malfeita, ela é uma bomba-relógio. Aquilo que parece lucro pode ser na verdade prejuízo.

Fonte: Blog dos Empreendedores

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Compartilhe sua conexão da internet sem utilizar roteador

Basta fazer com que um notebook assuma esse papel, conectando-se à web por meio de um cabo. Veja o passo-a-passo!

Para transformar o seu notebook num verdadeiro roteador, o primeiro passo é configurá-lo. Pegue o cabo da internet e conecte diretamente no micro.

Tanto no Windows Vista quanto no 7, vá até o Painel de Controle, clique em “Rede e Internet” e logo após em “Central de Rede e Compartilhamento”. Escolha “Gerenciar redes sem fio” e selecione “Adicionar”. Selecione a opção “Criar rede adhoc”. Depois clique em “Avançar”, escolha um nome para a sua rede, o tipo de segurança e a senha. Para finalizar, selecione “Avançar” e “Fechar”.

Agora vamos ao truque que poucos conhecem, que é efetivamente como transformar o notebook em um roteador!

Na página inicial do painel de controle clique em “Rede e Internet", pesquise pela palavra “conexões” e vá direto ao link “Exibir conexões de rede”. Com a tecla CONTROL pressionada, selecione com o mouse “Conexão de Rede sem Fio” e “Conexão Local”, pressione o botão direito e vá até “Conexões de Ponte”. Pronto: automaticamente aparecerá uma nova conexão “ponte de rede”, e o seu roteador manual está pronto para funcionar.

Agora, nos outros notebooks existentes na sua casa ou empresa, é só procurar pela rede sem fio que você criou e usar a internet normalmente.

Veja o vídeo explicativo!

E aí, gostou da dica? Então compartilhe com seus amigos:

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Aprender na era digital

O sucesso fenomenal das tecnologias de entretenimento digital, desde os jogos virtuais em rede, passando pelas plataformas de compartilhamento de conteúdo, até as redes sociais devem servir de inspiração para recolocar a aprendizagem como uma atividade atraente.

Por Romain Mallard*

"Desejar o saber é da natureza do ser humano" constatava Aristóteles, na Antiguidade. Esse desejo levou os homens da sociedade industrial a organizar a vida dos cidadãos em três grandes fases: a juventude, quando por volta de 20 anos dedicam-se a aprender a "vida ativa", que dura em média 30 anos, na qual devem ser produtivos; e a "melhor idade", quando sobram de 10 a 30 anos para aproveitar o que conseguiram conquistar nas primeiras etapas da vida.

Nesse modelo, o Estado e a família ficaram responsáveis por providenciar a infra-estrutura necessária à fase inicial de aprendizagem. O sistema educacional foi pensado para desenvolver nos indivíduos as aptidões culturais, científicas e técnicas para que eles se tornem cidadãos produtivos e retribuam por meio de tributos que vão financiar a formação das novas gerações.

Hoje, a era pós-industrial deixa claros os limites deste sistema. Primeiro, porque os estados enfrentam grandes dificuldades estruturais para manter um sistema educacional de qualidade que seja capaz de reduzir o gap entre estudantes formados e profissionais capacitados. É que o conhecimento das organizações é tão complexo e avançado que as formações genéricas tendem a gerir profissionais relativamente despreparados para a realidade empresarial.

Segundo, porque o ritmo com o qual a humanidade gera novos conhecimentos, nas mais diversas áreas, exige uma aprendizagem constante de qualquer profissional ao longo da sua vida. Tão importante quanto o conteúdo da formação é a capacidade de aprender a aprender; ou seja, de se tornar um eterno estudante.

Por fim, porque as evoluções tecnológicas das últimas duas décadas possuem um impacto ainda subestimado sobre os sistemas de ensino/aprendizagem. Isso tudo nos leva a refletir sobre algumas das competências-chave para aquele que se propõe a aprender algo na era digital, a quem chamo de aluno ou estudante.

Em primeiro lugar, esse novo estudante deve saber lidar com a abundância de recursos. Hoje, se você deseja aprender, por exemplo, sobre o estado da arte de sistemas de busca, é possível acessar milhares de conteúdos que tratam a questão, em todos os níveis. Porém, quem conhece o canal da Universidade de Berkeley, no YouTube, pode assistir à aula que o Sergey Brin (fundador do Google) ministrou na própria Universidade.

A quantidade de informação armazenada na rede cresce de maneira exponencial e as ferramentas de busca melhoram cada vez mais o acesso às informações. Em contrapartida, raros são os estudantes capazes de manter o foco em sua busca, sem se deixar levar por outros tantos assuntos que aparecem durante suas pesquisas na internet.

Na nuvem de informações e serviços que constitui a web para qualquer área de conhecimento que se deseje explorar, existem inúmeros recursos cada vez mais sofisticados e capazes de aproximar mais e mais os alunos de seus objetivos. Mas a relação com as fontes de informação muda, já que saber usar recursos avançados e compilar resultados que realmente sejam pertinentes ainda é um desafio na era digital. É preciso aprender a selecionar o relevante e descartar o resto.

Um segundo ponto fundamental é a capacidade de contribuir com o processamento e a criação de recursos, por meio de redes de indivíduos cada vez mais qualificados. A famosa Wikipédia, com mais de três milhões de artigos em 255 línguas, foi (e ainda é) construída com a contribuição de seus usuários, demonstrando o poder da abordagem colaborativa na construção de referenciais eficientes. A principal evolução, conhecida como Web 2.0, foi a melhoria ergonômica das ferramentas de produção e difusão de conteúdos, facilitando a criação individual e participativa. A partir daí, foram desenvolvidos mecanismos relativamente sofisticados e ágeis como os Wikis e as redes sociais. O domínio dessas soluções constitui mais um desafio para o aprendiz de hoje: colocar-se como contribuinte pertinente neste espaço. Dominar os recursos de produção é um passo fundamental para que o estudante, por meio da sua participação, desenvolva suas habilidades cognitivas. Escrever toma outras dimensões.

A terceira competência chave para o estudante da era digital, depois da seleção das fontes e da capacidade de contribuição, é saber criar o seu próprio ambiente de aprendizagem on-line, não só em termos de conteúdo, mas também em serviços. No modelo das páginas de perfis das redes virtuais, existe uma forte tendência a oferecer ao usuário uma quantidade surpreendente de recursos (WidGets) para personalizar tanto as fontes de informação que ele costuma consultar, quanto os serviços web que ele utiliza nas páginas pessoais, como Igoogle, my Yahoo ou Netvibes. Assim, ferramentas como o MOODLE (atualmente considerada a melhor plataforma de aprendizagem de código aberto disponível no mercado) se tornaram recursos de alto potencial para definir ambientes interativos poderosos, sem a obrigatoriedade de possuir conhecimentos tecnológicos avançados para poder utilizá-lo.

Porém, é necessário dizer que tais plataformas ainda trabalham com uma estrutura adaptada à secular tradição educacional, na qual a responsabilidade do aluno na construção de seus percursos é relativamente limitada, reduzindo sua atuação ao que já está previamente estabelecido pelos "educadores".

O próximo desafio do sistema de educação é oferecer aos estudantes plataformas que eles mesmos possam adaptar e compartilhar em função de seus desafios, de seu estilo de aprendizagem e de suas lacunas de conhecimento. O sucesso fenomenal das tecnologias de entretenimento digital, desde os jogos virtuais em rede, passando pelas plataformas de compartilhamento de conteúdo, até as redes sociais devem servir de inspiração para recolocar a aprendizagem como uma atividade atraente.

"Temos tendência a superestimar o impacto de uma tecnologia em curto prazo e a subestimá-lo no médio e longo prazo", afirma Roy Amara, do Instituto para o Futuro. As tecnologias educacionais, após terem muitas vezes decepcionado os usuários ao propor soluções lentas e pouco criativas, estão entrando na maturidade ao passar a oferecer recursos cada vez mais interessantes, poderosos e interativos para os estudantes construírem conhecimento e desenvolverem habilidades. Cabe a quem quiser aproveitar todo este potencial desenvolver suas aptidões de aprendiz digital, experimentando e filtrando. Na era digital ou analógica, o sucesso sempre vai depender do empenho de quem deseja aprender.

* Romain Mallard é diretor de tecnologia da Digital SK. Engenheiro Mecânico e Especialista em Gestão da Inovação pela Universidade de Tecnologia de Compiègne (UTC), na França 

Fonte: Administradores.com.br

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

7 maneiras de expandir sua empresa usando a internet

Conheça 7 dicas úteis sobre formas eficientes e de baixo custo que qualquer empresa pode facilmente usar para gerar novos negócios usando a internet.


A Internet nunca esteve tão forte no Brasil. Nos últimos levantamentos feitos, estima-se que existam mais de 60 milhões de internautas brasileiros. Com todas estas pessoas online, as empresas estão cada vez mais interessadas em serem encontradas por esta gigantesca população, que cada vez mais recorre à internet para buscar por empresas e pesquisar antes de comprar um produto.

Apesar das grandes vantagens de se ter um website, conseguir um posicionamento virtual eficiente e que de fato gere novos negócios ainda é um desafio para a grande maioria dos empresários brasileiros.

Na Dynamo, temos trabalhado em projetos de consultoria e treinamento para empresários e executivos de diferentes mercados sobre posicionamento online. São realidades diferentes, desafios diferentes. Mas há uma característica comum: os projetos sempre buscam ser auto-sustentáveis.

Reuni aqui 7 dicas úteis sobre formas eficientes e de baixo custo que qualquer empresa pode facilmente usar para gerar novos negócios usando a internet. Alguma, provavelmente, você já conhece. Mas será que está aproveitando ao máximo o que ela pode te trazer em resultados?

1. Tenha um website que conte a história
2. Comece um blog
3. Tire proveito do Youtube
4. Apareça no Google Maps
5. Utilize o poder dos fóruns
6. Consiga vendas usando links patrocinados
7. Esteja no Facebook

1. Tenha um website que conte a história

Websites não são mais novidades, mas websites que de fato ajudem a vender, ainda são raros hoje em dia. Não tenha somente um com seções "Quem Somos", "Serviços" e "Contato". É preciso mais do que isso hoje em dia, para interessar ao visitante.

Liste dois ou mais "casos de sucesso", contando a dificuldade que seu cliente tinha e como você ajudou a resolver o problema.

Tenha também artigos explicativos em seu site, para que o cliente se eduque melhor sobre o que você oferece. Uma floricultura, por exemplo, pode explicar sobre o significado de tipos de flores diferentes e como existe uma para cada ocasião. Isso, por si só, já a diferencia das demais floriculturas que vendem somente flores e não a "história" por trás do produto.

2. Comece um Blog

Blogs são cada vez mais populares hoje em dia, pois permitem uma forma fácil de publicar conteúdo e de receber comentários dos leitores.

Seu blog não é um lugar para encher somente de notícias sobre a empresa. Uma vez ou outra é aceitável, mas tente usar este espaço para publicar conteúdo de agregue valor aos leitores. Um psicólogo pode publicar um post comentando um acontecimento que tem sido muito comentado na mídia ultimamente, por exemplo. Em seguida, ele pode dar o ponto de vista dele e como isso pode afetar a vida das pessoas.

Desta forma, ele fornece um conteúdo que é útil para os leitores, cria um relacionamento ao receber comentários em seu blog e ao mesmo tempo se posicionada como especialista aos olhos de quem visita o site.

Existem opções rápidas e gratuitas de blogs hoje, como o Blogspot.com e o Wordpress.com. Entretanto, sempre que possível, contrate um profissional que consiga instalar um blog dentro do seu site, de modo que possa ser encontrar como SeuSite.com.br/blog, pois passa uma imagem muito mais profissional.

3. Tire proveito do Youtube

Com cerca de dois bilhões de vídeos vistos a cada dia, o site de vídeos Youtube é hoje o segundo lugar onde as pessoas mais pesquisam sobre conteúdos e produtos, atrás somente do Google. Você tem tirado proveito disso?

Com uma câmera digital simples, você pode gravar um vídeo mostrando como seu produto é feito ou como ele pode ser utilizado. Uma fábrica de doces, por exemplo, poderia mostrar como suas fórmulas são desenvolvidas ou como seus doces são embalados.

Um fisioterapeuta poderia gravar uma série de pequenos vídeos, mostrando rápidos exercícios de relaxamento ou alongamento para serem feitos por quem trabalha em frente ao computador por muitas horas.

Não se esqueça de que é super importante dar um título e uma descrição relevante para seu vídeo, para que ele seja encontrado pelas pessoas e que descreva rapidamente o que é abordado no vídeo. Não deixe o título com um nome como "video000234.avi". Troque por algo como "Relaxe sua Coluna em 3 Minutos" ou "Como Entender um Contrato de Locação".

Lembre-se: o importante é não usar este espaço para fazer propaganda. Use para dar informação relevante que eduque as pessoas.

Siga sua imaginação, crie pequenos vídeos e aproveite esta forma gratuita de aparecer para muitas, muitas pessoas.

4. Apareça no Google Maps

Quando você pesquisa no Google por qualquer termo que contenha um nome de cidade, com "desentupidor sao paulo", por exemplo, você já deve ter notado que aparece um mapa no topo mostrando pontos da cidade onde existe o que você está buscando.

Se você tem atuação local, é crucial que apareça ali. As empresas que aparecem lá são empresas cadastradas em um programa do Google chamado Places, focado em empresas locais.

Você precisa estar cadastrado e com um perfil que esteja o mais completo possível. Para entrar no Google Places, visite www.Google.com.br/places e cadastre seu negócio hoje mesmo.

5. Utilize o poder dos fóruns

Fóruns são lugares online onde as pessoas discutem assuntos que lhes interessam e trocam informações. Diferente de um chat, todas as trocas de ideias e dicas em um fórum ficam disponíveis para qualquer usuário, e geralmente aparecem quando se faz uma pesquisa no Google.

Fóruns têm ganhado enorme peso hoje em dia, pois as pessoas gostam de trocar experiências com outros usuários antes de comprar um produto ou contratar uma empresa. Por isso é importante que você esteja presente em fóruns que sejam importantes para seu ramo.

Para descobrir se existem fóruns sobre sua área de atuação, pesquise no Google por "fórum + [área de atuação]". Cadastra-se nos fóruns encontrados e entre na conversa, sempre tentando ajudar outros usuários e fornecendo o máximo de informações relevantes que puder.

Quando você participa o suficiente de um fórum, você começa a conquistar o respeito e admiração de outros usuários, que veem você como um especialista no assunto. Assim, sempre que alguém for ler as conversas, vai poder identificar que você realmente tem conhecimento sobre o assunto e provavelmente vai entrar em contato com você.

6. Consiga vendas usando links patrocinados

Uma das formas mais rápidas de se conseguir gerar novos negócios é através de links patrocinados no Google, que são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem do lado direito da página do Google quando se faz uma pesquisa. Este programa de publicidade chama-se Google Adwords.

Com links patrocinados do Google Adwords, você pode começar anunciando com apenas R$40,00, criando um anúncio que somente vai ser mostrado para usuários que digitarem o termo que você escolher no Google. Assim, seu anúncio tem muito mais chance de trazer retorno.

Outro atrativo deste sistema é que com ele você só paga quando recebe um clique e não quando seu anúncio é mostrado, o que torna este tipo de publicidade muito interessante e de grande utilidade para pequenas empresas.

Entretanto, existem alguns segredos e técnicas para fazer uma campanha de links patrocinados realmente dar certo. Criar anúncios atraentes e controlar sua verba corretamente é crucial para se ter retorno nesta modalidade de publicidade.

Você pode aprender gratuitamente muitas destas dicas no portal www.segredosdoadwords.com.br, desenvolvido com foco exclusivo para ensinar como criar campanhas vencedoras no Google Adwords.

7. Esteja no Facebook

Com mais de 500 milhões de usuários no mundo, o Facebook é o novo Orkut. Em pouco tempo, quase todos que usam a Internet terão uma conta lá.

A melhor maneira de você tirar proveito disso para sua empresa é entendendo como as pessoas interagem quando estão no Facebook.

Quando alguém usa o Google, é como se estivesse indo a um supermercado. Você vai, pesquisa o quer e vai embora. Já o Facebook é uma sala de estar, ou uma festa com os amigos. Você vai para encontrar conhecidos e saber o que eles andam fazendo. Por isso, a velha, direta e seca propaganda aqui não funciona, pois as pessoas não estão em "modo de compras", e sim só querem se divertir.

Você pode interagir criando uma "fan page", que é uma página onde as pessoas podem ver seu conteúdo e "curtir" o que sua empresa faz. Não crie uma página em que você só fala de sua empresa diretamente, mas fale mais sobre o ramo onde você está inserido.

Um salão de beleza pode criar uma fan page sobre "Eu adoro maquiagem" ou "Ideias de Penteados para Casamento", e publicar ali fotos e dicas que sejam úteis para as pessoas. Com o tempo, você pode conseguir grande popularidade entre os usuários e se tornar alguém a quem as pessoas recorrem quando querem o que você oferece.

Resumindo, gere conteúdo de qualidade e útil, interaja com as pessoas e se divirta. A venda indireta aqui é a que mais funciona.

Fonte: Administradores

E você, como utiliza a internet para divulgar e expandir sua empresa? Deixe seu comentário e suas dicas para nossos leitores!

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