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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cinco áreas da internet que você deve dominar

Por Carlos Dias

Você já deve estar cansado de ouvir que precisa investir mais em internet. Pode parecer só mais uma sarna para se coçar, em meio a tantas coisas para fazer no dia a dia do seu negócio, mas acredite: não dá mais para adiar. Para um empreendedor, internet hoje em dia é como imposto. Você pode até não pagar uma Darf que não vai acontecer nada amanhã. Não é como luz ou telefone, que são implacavelmente cortados. Não vai aparecer no dia seguinte nenhum cobrador ou oficial de justiça, e o seu nome também não vai ser protestado em cartório no mês que vem. Mas lá na frente, o preço a pagar poderá ser devastador para a sua empresa.
“Estar presente na internet não é mais opcional”, garante o gerente de marketing para pequenas e médias empresas da Microsoft, Maurício Ferreira. Na quinta reportagem da série Soluções de Sucesso, ele aborda com exclusividade para o Empreendedores as áreas essenciais da internet em que todo e qualquer dono de uma pequena empresa precisa atuar. Por isso, leia os cinco itens a seguir e confira se você está no caminho certo.

Um site, é claro

Ter um site é o primeiro passo. Muitas pequenas empresas já têm. O problema é que frequentemente esses sites não passam de um cartão de visitas na tela do computador, que não atrai o interesse de ninguém. Afinal, quem entra em um site apenas para ler “quem somos”? Isso acontece porque geralmente o empresário se sente apenas na obrigação de dizer que está na Web, tenta economizar e pede ajuda para aquele sobrinho que “manja muito de computador” fazer o site. Esse tempo acabou. É preciso ser profissional e oferecer conteúdo para que a visita ao site valha a pena tanto quanto entrar na sua loja. Quanto mais tempo ele ficar, mais chances de ele comprar.

“Hoje em dia, muitas pessoas podem até não fazer uma aquisição pela internet, mas todos a procuram antes de tomar a decisão”, explica Ferreira. Fazer um site profissional, no entanto, não quer dizer que ele deva ser complexo, cheio de efeitos especiais. “Seja simples, porém eficiente”, aconselha o especialista da Microsoft. Ele afirma que quanto mais complicado a ferramenta, mais difícil atualizar o site e mais dependente o empreendedor fica de um técnico. “Às vezes, pode demorar dias ou semanas para mudar o preço de um produto ou fazer uma promoção, porque o empresário não consegue fazer sozinho”, exemplifica Ferreira.

Loja virtual

Que é cada vez maior o número de brasileiros que fazem suas compras pela internet, todo empreendedor já sabe. Mas por que, então, apenas 20% das transações online são geradas por micro e pequenas empresas? Afinal, elas representam 98% de todas as companhias do país e respondem por mais da metade dos empregos formais. Algo não bate nessa conta. Um dos motivos parece ser a percepção de que o custo de uma loja virtual e a complexidade técnica de algo tão novo afugentam os empreendedores. De fato, isso é verdade. Só que esse é um caminho que não tem mais volta. Se você não planejar e investir nisso, vai ser como aquela Darf não paga.

Ferreira tem um ótimo argumento. “Na internet, sua loja tem o tamanho do monitor do seu cliente”, diz ele. “E ela é tão grande quanto a de uma multinacional.” Segundo ele, isso confere ao pequeno negócio condições de igualdade com a concorrência, pois nela cabem o mesmo número de consumidores. “Se você é bom no que faz e quer ampliar sua empresa, a plataforma online é o jeito mais eficiente”, diz ele. “E com apenas uma loja a mais.” Ferreira afirma, porém, que é preciso tomar cuidado com dois pontos essenciais. A primeira é a segurança. É absolutamente imprescindível certificar-se de que seu sistema garanta a segurança da transação, para você e para o consumidor. A segunda é logística. De nada adianta fazer uma venda se o produto não chega ou atrasa demais. “Pior do que cobrar o frete do consumidor, é não entregar”, alerta Ferreira. “Por isso, um bom parceiro logístico é fundamental.”

O boca-a-boca das mídias sociais

Se a sua loja é virtual, em que rua ela fica? Bem, rua em internetês é http. O que vem depois é seu endereço. Mas onde quer que seu comércio eletrônico esteja instalado, sua rua cruza ou é paralela das Avenidas Facebook, Twitter, Messenger, Orkut e está perto da nova Praça Google+. É por essas vias que seus clientes passam todos os dias. Sim, é outro mundo. Nelas cabem centenas de milhões de pessoas. E, ao mesmo tempo, tem o tamanho da tela do seu computador.

Deu para entender por que você tem que usar as chamadas redes sociais? É o mais poderoso boca-a-boca que já existiu. “Essas ferramentas integram as pessoas e fazem com que elas sejam os maiores divulgadores do seu serviço ou produto”, afirma Ferreira. Segundo ele, antes o marketing estava nas mãos do empresário. Hoje quem faz é o consumidor. “Você pode ter 20 mil seguidores no Twitter, mas um deles pode ter 100 mil”, diz ele, exemplificando o efeito-dominó que a opinião de um cliente pode gerar. É incontrolável e infinito. Ferreira recomenda, porém, não começar com todas as mídias sociais ao mesmo tempo, e ir aprendendo a tirar proveito delas aos poucos.

Você sabe o que é SEO?

Se você nunca ouviu falar dessas três letrinhas, não fique chateado. Você não está sozinho. Em português claro, essa sigla em inglês representa a técnica de como fazer um site aparecer com mais destaque nas ferramentas de busca, como o Google. E isso é mais um trabalho para você. Muitos empreendedores se queixam de que fizeram tudo direitinho: um site simples e eficiente, um comércio eletrônico seguro e pontual, e muitas horas nas mídias sociais. Mesmo assim, o número de acessos ao seu site é menor do que esperava. Por quê?

Porque, de cada quatro acessos a qualquer site brasileiro, em média três deles vêm de ferramentas de busca. Ou seja, sua empresa na internet pode ser muito boa, mas você poderia aumentar muito mais o número de cliques no seu site se sua empresa aparecesse na primeira página das pesquisas que as pessoas fazem. Afinal, se você mal passa da primeira página quando faz uma pesquisa, por que seu cliente faria? Por isso, sua empresa tem que aparecer na frente das outras.

E isso se faz com SEO, algo que você pode fazer sozinho, fuçando em ferramentas como o Google Analytics, mas pode contratar empresas especializadas, como a Mint ou a Gabbay. Você vai aprender que não se escreve em um site o que se gostaria, mas o que as pessoas estão digitando ao fazer suas buscas. Nesse aspecto, o cliente sempre tem razão. Por isso, agradeça aquele sobrinho que “manja muito de computador”, dê um presente para ele, esqueça sua opinião e escreva o que o seu cliente está procurando.

Computação na nuvem

Tudo que você leu até agora estava direcionado a como cativar clientes. Mas a internet não é – e nunca foi – só para isso. Quanto mais rápidas ficam as conexões, mais lógico se torna usá-la para tudo. Assim, nasceram naturalmente os serviços online. Não tem coisa melhor que receber um e-mail no trabalho e respondê-lo em casa ou em uma viagem sem precisar levar o computador? É o que se faz há anos com o Hotmail ou com o Gmail, e nunca ninguém se dá conta, tão natural e confortável que é.

O mesmo se faz hoje em dia com todo o resto, e serviços online ou computação na nuvem são sinônimos. Em vez de comprar programas (ou pirateá-los, que é uma prática contumaz no Brasil), é possível alugá-los online. “É mais difícil para pequenas empresas investir em softwares, mas há soluções a partir de 10 dólares por mês, e algumas são grátis”, diz Ferreira.

Nada fica instalado no seu computador, e tudo funciona desde que haja uma conexão com a internet. “Estamos em uma fase de desburocratização de tecnologia”, afirma ele, que cita a própria Microsoft como geradora de vários serviços de gestão de relacionamento com o cliente, o chamado CRM ou de segurança e gerenciamento do computador. Você pode até ter uma intranet assim, que pode ser acessada de qualquer lugar, o que pode e vai fazer de sua fábrica, escritório ou loja um lugar mais lucrativo, seguro e inovador.

Fonte: Empreendedores - O Blog da Caixa

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Ganhar dinheiro na Internet


Sim! ainda é possível entrar no jogo do e-commerce e ganhar dinheiro na Internet. 



Existem duas preocupações equivocadas entre futuros, ou quase futuros candidatos ao sucesso no e-commerce. A primeira é que o momento de ganhar dinheiro na Internet já passou, e que somente as empresas que se instalaram no início da internet é que tem chance de ainda ganhar esse jogo. Não é verdade, ainda existem nichos de mercado muito interessantes para quem quer ganhar dinheiro com e-commerce e que estão lá, prontinhos para serem explorados.

A outra preocupação dos pequenos empreendedores na Internet é a concorrência. A grande concorrência. Muitos apostam que no futuro só poderão ganhar dinheiro na Internet duas ou três livrarias gigantes, duas ou três lojas de CDs imensas, e assim por diante. O sucesso e a velocidade de crescimento de uma Amazon.com, por exemplo, tem levado muitos a desistir da corrida. Mas será que o pequeno e médio empreendedor também não poderá ganhar dinheiro nesse novo mercado chamado Internet?

Por que as pessoas ainda compram frios em mercearias, frutas e verduras em quitandas ou bebem cerveja no bar da esquina? Em muitos casos comprar no bar da esquina pode ser mais caro do que fazer compras em grandes supermercados. Mas os pequenos sobrevivem porque podem oferecer algo que os grandes não podem. Você pode dizer que é o tratamento personalizado, produtos mais frescos, bebida gelada, ou seja lá o que for, mas a verdade é que cada pequeno bem sucedido encontrou algo que o gigante não podia oferecer e aí passou a competir com chances. Isso, com certeza, também é válido para a Internet.

Acreditamos que será difícil para um livreiro concorrer com empresas como a Amazon.com, mas se ele for especialista em um certo nicho, vender livros de um determinado assunto, e oferecer informações e suporte que o gigante não consiga oferecer, certamente conquistará seu lugar na Internet e poderá, também ganhar dinheiro.

Pense naquele feirante que consegue atrair toda a freguesia do bairro, enquanto seu colega do lado, mesmo vendendo a mesma coisa, não faz o mesmo sucesso: um consegue ganhar dinheiro, o outro não. É a pessoa, o tratamento, a conversa e as características, impossíveis de serem transferidas, que fazem um comércio ser diferente de outro. Assim como acontece na feira, acontece na Internet: as mesmas regras valem para se fazer notar entre milhões de "barracas" virtuais. Não basta vender o produto na Internet, é preciso que o vendedor "se venda".

É a imagem do negócio que fará a diferença. E na hora de se fazer conhecido, o e-commerce dá recursos para que o pequeno criativo consiga se promover na Internet, fazendo muito barulho com pouco recurso.

Fonte: IDG now

Empreendedorismo na Internet

por Dailton Felipini

Muitas vezes potencializado pela diminuição constante na oferta de empregos, o empreendedorismo é um sonho acalentado por muitas pessoas pelo fato de representar uma nova oportunidade de crescimento pessoal e financeiro. Para se ter uma idéia da dimensão do empreendedorismo no Brasil, dados do Sebrae, mostram que, já lá atrás, em 1997, cerca de 2 milhões de pessoas buscavam informação e orientação nos balcões daquele órgão. Na mesma linha, estudo mais recente realizado pela Associação Comercial de São Paulo e seu Fórum de Jovens Empresários, indica que, nada menos do que 8 em cada 10 estudantes universitários em São Paulo, gostaria de se tornar empreendedor e montar seu próprio negócio. E foi justamente um estudante, quem me fez a pergunta sobre a viabilidade do empreendedorismo na Internet. Questão que, no meu entender, merece um sonoro "SIM" como resposta, pelas seguintes razões:

O Empreendedorismo na internet representa novas oportunidades.

Isso tem duas implicações. A primeira, é que o conhecimento relacionado a esse novo ambiente de negócios, o chamado “know-how”, ainda não está plenamente difundido. Na verdade, os empresários, pesquisadores e estudiosos do ecommerce, ainda estão buscando conhecimento e aprendendo com os erros e acertos ao longo do caminho. Isso funciona como uma espécie de nivelador e diminui a distância entre quem já está no jogo há mais tempo e quem entrar nele agora, o que é positivo para o empreendedorismo na Internet. Também relacionado à questão da novidade da área, é fato que ainda existem muitos nichos de mercado interessantes para serem explorados. Pequenos segmentos que eventualmente não interessam às grandes empresas, ou passaram despercebidos, ou que ainda não estão totalmente maduros, podem representar uma excelente oportunidade de negócios para um empreendedor com visão e mente abertos.

O Empreendedorismo na Internet exige menos investimento.

Quanto custa a montagem de um site de ecommerce e quanto custa a montagem de uma loja física? Quanto representa o custo de hospedagem de um site num Shopping Virtual em relação ao aluguel e luvas de uma loja num Shopping Center? Sem dúvida, o desembolso é sensivelmente menor para o empreendedor na Internet, particularmente no caso do varejo. É claro que você pode gastar os tubos em um site se quiser, e muita gente faz isso, mas, no que se refere a investimentos e custos, o fato concreto é que o empreendedorismo na Internet leva uma enorme vantagem. Para um empreendedor que, via de regra, dispõe de poucos recursos esse é um aspecto extremamente relevante.

O empreendimento pode ser implantado aos poucos e testado.

Diferentemente de um negócio tradicional, onde o inicio das operações geralmente ocorre somente com o empreendimento totalmente estruturado, um negócio na Internet pode ser implantado em etapas, diluindo o investimento e facilitando a correção de erros. Imagine que você queira montar, por exemplo, uma tabacaria. Se sua loja for no shopping ou na rua, você só poderá receber o primeiro cliente com a loja totalmente pronta, e se não entrar um só gato pingado depois, paciência! Lá se vai praticamente todo o investimento por água abaixo. Na Internet você pode montar um site de conteúdo, com ou sem sua marca definitiva, testar a aceitabilidade de seu modelo de negócio e produtos, avaliar a visitação, e só depois começar a vender. É claro que isso representa tempo, mas é um tempo muito bem gasto que pode representar a diferença entre ganhar ou perder o jogo depois. E essa questão, nos leva ao último argumento a favor do empreendedorismo na Internet

O momento do empreendedorimo na internet é agora.

Se você pensasse em ser um empreendedor na Internet há quatro anos atrás, ainda no século passado, provavelmente já teria sido varrido do mercado juntamente com milhares de pequenos, médios e grandes empresários que fizeram parte da “Internet eufórica”. Ou então, teria sobrevivido, numa espécie de concha aguardando a maré do mercado trazer uma quantidade razoável de compradores potenciais para começar a vender de verdade. O quadro hoje está mudado. A pesquisa mais recente do ibope eRatings, mostra que no mês de maio o número de Internautas ativos no Brasil, atingiu 7,9 milhões de pessoas e, o que é mais importante, 44% desses internautas (3,5 milhões de pessoas) fizeram compras on-line, o que definitivamente, não é pouca coisa. É claro que quando tivermos 10, 15 ou quem sabe 20 milhões de compradores vai ser melhor ainda. O problema para o empreendedor na Internet é que nesse momento, a coisa já não será mais novidade e boa parte das vantagens anteriormente assinaladas terão desaparecido. O conhecimento vai estar mais disseminado, muita gente boa e de peso estará estabelecida, já não haverá tantos nichos de mercado a disposição e assim por diante. Logicamente o grau de incerteza será menor, mas em contrapartida, a competição será muito mais feroz. Portanto, senhores empreendedores, façam suas apostas porque o jogo do empreendedorismo já está sendo jogado também na Internet.

Fonte: E-commerce

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

E-commerce sem planejamento quebra PMEs

fechamento de lojas virtuais. Pricipais motivosPequenos e médios empreendedores acham que basta abrir um site na internet e começar a vender como se fosse uma loja física. Muitos quebram e desistem do negócio porque não sabem se adequar ao comércio eletrônico.

Em 2009, o e-commerce brasileiro somou um faturamento de R$ 10,5 bilhões, sendo R$ 1,6 bilhão contabilizado apenas no período do Natal.

De olho nesses dados, empresas se movimentam e investem cada vez mais neste oceano de oportunidades proporcionado pelos recursos da venda online.

Ter uma loja virtual não é a mesma coisa que manter uma loja física, ainda mais em tempos onde a mudança é mais rápida que no “mundo real”.

Diversos pequenos varejistas virtuais quebram logo no início do negócio. O que devemos fazer para mudar esse cenário?

O primeiro passo é o planejamento, treinamento e capacitação, enriquecido de pesquisas de mercado, análise de concorrência e planos de expansão alinhados com metas bem definidas, além de muito, muito trabalho e dedicação.

Alguns dos fatores que contribuem para os problemas vivenciados no e-commerce são:
  • Ideia de que o negócio virtual é mais barato por conta da falta de um plano de marketing sem pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado;
  • Investimento em plataformas de tecnologia de baixa qualidade pelo preço;
  • Pouca análise de concorrência e falta de pesquisa sobre a viabilidade de venda pela web de determinada linha de produtos. As perguntas aqui são: Esse produto vai vender na web? Este produto já está saturado na web?
  • Mesmo que a resposta seja não, o produto é próprio para venda na internet?
  • Atendimento falho, o que contribui para insatisfação de clientes que acabam não sendo fidelizados;
  • Falta de conhecimento e profissionalismo para atuar com a internet.
Confira agora os principais pontos que suprem os desafios a serem superados, mencionados nos itens anteriores.

Marketing digital e redes sociais no e-commerce

O plano de marketing deve ser muito bem definido e com grande parte de seu investimento voltado às mídias digitais e sociais, principalmente quando a marca ainda não é fortemente conhecida entre os consumidores.

Aproveite o cliente quando ele está perto do momento de decisão de compra.
Os mecanismos de busca e sites comparadores de preços estão no topo do ranking. Em seguida, boas ações de email marketing, personalizadas e segmentadas, contribuem para maior taxa de conversão em vendas no e-commerce.

Porém, isso não é regra, há uma necessidade eminente de testar qual ou quais ferramentas de marketing digital são mais adequadas à realidade de cada e-commerce e, a partir daí, então aplicar o que traz mais ROI.

Nesse caso, também é preciso contar com a ajuda de profissionais da área para que todo investimento não seja em vão. Ele pode criar ações ainda mais inteligentes para conseguir o melhor retorno sobre o investimento e, não se esqueça, na internet tudo pode ser mensurado. 

Tecnologia adequada ao e-commerce

Em relação ao investimento em tecnologias de e-commerce, mesmo no início, pense em ferramentas que, acima de tudo, sejam completas, mesmo que o valor seja superior.

Verifique se ela possui hoje todas as funcionalidades que seu negócio demanda. Se baseie em modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio.

A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.

Concorrência, atendimento e fidelização no e-commerce

Na análise de concorrência, veja como as lojas virtuais do mesmo segmento se comportam fora do país, faça pesquisas em sites internacionais.

Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. A partir dessa conquista, a probabilidade de viralização (boca a boca) aumenta consideravelmente.

O ideal é igualar o atendimento de excelência baseado nos grandes lojistas virtuais. Se a estrutura de atendimento for pequena no início, gerencie a expectativa de seu cliente.

Se você já possui um negócio no ambiente físico e quer abrir um portal de e-commerce com o mesmo business da loja física, tem tudo da mão: a garantia de que seus fieis clientes e a sabedoria de como ter e manter um empreendimento.

Estamos vivendo um momento de migração de compras do mundo físico ao digital. Como cliente, você certamente, ao decidir comprar pelo e-commerce, vai querer adquirir um produto, cuja marca já conhece no ambiente offline.

Antes de tomar qualquer decisão relacionada à abertura de uma empresa no e-commerce ou mesmo tomar novas atitudes para alavancar as vendas de quem está presente na internet, é essencial conversar com pessoas experientes do mercado, seja com uma consultoria ou contratação.

O e-commerce exige tecnologia, agilidade, inovação, parcerias diferenciadas e acompanhamento do perfil do target. O empreendedor precisa de ajuda profissional para não errar no começo do e-commerce.

Por Natan Sztamfater no WebInsider
Fonte: Blog do E-Commerce