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quarta-feira, 29 de maio de 2013

O empreendedorismo no limite

 

Caros leitores, estreio nesta coluna abordando um tema que vivencio não apenas na própria pele, mas também na observação cotidiana, acompanhando as histórias de coragem, triunfo e fracasso desses seres abnegados e voluntariosos. Os empreendedores.
 
Como observarão, não sou afeto e nem mesmo um agente da ditadura do politicamente correto, o que não significa que seja necessariamente politicamente incorreto - a antítese aqui não se configura como um consequência natural – mas tento trazer aos meus textos uma abordagem crítica que nasce da reflexão sobre aquilo que parece ser natural e facilmente aceito pelo senso comum - ou lugar comum -  como outros ainda mais incisivos e cáusticos do que este que vos escreve denominariam.
A literatura especializada, assim como os conteúdos publicados que abordam a vida destes pioneiros empresariais, é repleta de casos de sucesso e superação, com impressionantes reviravoltas. As histórias revelam um guerreiro estoico e obstinado, preparado para vencer a tudo e a todos. Tudo lindo e empolgante, mas é uma pena que não reflita a realidade.
 
O fato é que esse personagem tão especial acostumou-se a encarnar essa imagem criada pelas perigosas generalizações, onde expressões como “Problemas? Riscos? Complicações? Ótimo eu adoro vencer desafios !” passaram a fazer parte dos perigosos (agora sim) lugares comuns, onde a realidade geralmente é camuflada por um teatro de performances. Mas independentemente de eventuais encenações, os empreendedores de uma forma geral simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais, e aporrinhações que recaem sobre as suas costas. 
 
Somos permanentemente empurrados para a linha de frente da solução de problemas. Empurrados para tratar das questões sociais, cobrados a adotar procedimentos sustentáveis, inqueridos sobre os estímulos socialmente responsáveis que estamos disponibilizando aos nossos colaboradores e instados à criação de um cenário fértil para a inovação.  Mas quase ninguém nos empurra para cobrar a exigir direitos.  
 
Não basta a carga tributária infernal - e para alguns verdadeiramente insuportável – sem retorno em bons serviços públicos, em infraestrutura, saúde, segurança, educação etc. Não bastam as dificuldades resultantes de não podermos contar com uma mão de obra qualificada, nem mesmo a falta de incentivos tributários reais e a existência de uma antológica, firme e sólida burocracia, que como resultante criam um cenário desastroso para tomada de riscos. 
 
Qual é o motivo de tantas cobranças e tanta expectativa depositada? A resposta é simples: O nosso distanciamento das questões públicas, que no final das contas nos afetam diretamente, o nosso excessivo apego com o curtíssimo prazo e suas inerentes e objetivas questões, a nossa ilusão em achar que o poder de fato reside apenas nas mãos do empresariado e seus retumbantes resultados, somada a imagem pública de nossa invencibilidade, reduziram a nossa capacidade de existir exigindo, e em troca disso passamos a existir absorvendo, tal qual uma esponja grossa e resistente. Sem tempo para pensar, refletir e acumular indignação.
 
Algo como: “Trabalhem, ganhem seu dinheiro e depois paguem uma considerável parte em impostos e outras contribuições! Não percam seu precioso tempo pensando.”
 
Questiono: a quem interessa a nossa despolitização? Quem ganha com a nossa desunião? A carapuça que insistem em colocar em nossas cabeças nos serve? 
 
A mesma sociedade que nos enxerga tão repletos de energia e apetite pelo risco, acaba por nos convocar para solucionar, com criatividade, esforço e dinheiro, aqueles problemas que já deveriam estar, se não solucionados, ao menos a caminho da solução. 
 
Seria essa mesmo a nossa melhor contribuição?
 
Que tal usarmos os nossos atributos para ao invés de aceitar passivamente a montanha de cobranças, passarmos a refutá-las e na contra-ofensiva, efetivar reclamações e exigências? Com criatividade, apetite pelo risco, inovação, energia, disciplina e capacidade de organização?
 
Trata-se de uma conta que não fecha. A nossa eficiência e a nossa disposição jamais compensarão a ineficiência pública de nossas instituições. É urgente a necessidade de invertermos essa lógica, caso contrário, jamais seremos uma potência em valor agregado, governos e poderes instituídos eficientes e servidores aos seus contribuintes, qualidade de vida, oferta de oportunidades e cidadania.
 
Somos pioneiros, ambiciosos e determinados. Mas não somos mágicos.
 
Até o próximo.
Gustavo Chierighini
Gustavo Chierighini é empresário, fundador das empresas Plataforma Brasil Investimentos e Plataforma Brasil Editorial....

Fonte: Baguete

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estudo ONU/Endeavor Destaca Empreendedoras Brasileiras


Segundo os dados, as empreendedoras brasileiras são mais inovadoras e fazem mais cursos, do que em outros países.
A Endeavor está marcando o DIA INTERNACIONAL DA MULHER com o lançamento de alguns dados do estudo feito com o UNCTAD*.  Com este estudo, nosso objetivo é entender melhor as diferenças entre empreendedores e empreendedoras, para fazermos um trabalho cada vez melhor com as empreendedoras brasileiras, agora e no futuro. Confira o que descobrimos:
1)       EMPREENDEDORAS BRASILEIRAS SÃO MUITO INOVADORAS
As Mulheres no Brasil melhoram produtos ou processos e têm uma visão geral do negócio maior do que em outros países.

2)      NETWORKING É A PALAVRA DE ORDEM
Fazer “networking” é importante para qualquer empreendedor. As mulheres que afirmam que “nunca” se reúnem com outros donos de negócios implementaram, em média, apenas uma inovação nas suas empresas no período de um ano, enquanto mulheres que se reúnem com outros donos de negócios uma vez a semana implantam em média 3.7 inovações no mesmo período.
Mesmo assim, as empreendedoras brasileiras são piores no quesito relacionamento com outros empreendedores e organizações do que empreendedoras no resto do mundo. A maioria das empreendedoras nos outros países afirma ser membro de algum tipo de associação de negócios, mas no Brasil, a taxa é muito baixa (48%).

Essa diferença pode ter resultados graves para elas:
·         É mais difícil para empreendedoras acessar informações quando estão começando uma empresa (15,8% mulheres concordam, em comparação com 3,8% dos homens).
·        Os Homens tem mais probabilidade de serem aceitos em algum tipo de programa patrocinado pelo governo para desenvolvimento / assistência a negócios (38,5%, comparado a 19,2% de mulheres)
3)      ELAS USAM CURSOS E SE ESPELHAM EM EXEMPLOS
Empreendedoras no mundo inteiro usam cursos para se aprimorarem, e as brasileiras os usam mais do que nos outros países. 73% das mulheres fizeram algum curso, comparado com 50% dos homens. Ao mesmo tempo, 81,8% das empreendedoras tinham role models (exemplos), comparado com 50% dos homens.
Isso pode acontecer porque, na fase de start up, as mulheres acreditam que precisariam ter adquirido mais confiança quando começaram o próprio negócio (18%, contra 4% dos homens). Os cursos e role modelsajudam, pois na fase atual elas se sentem mais confiantes e têm o mesmo nível de confiança que os homens (4.0 na escala de 5).
Em geral, é importante que as organizações pró-empreendedorismo adicionem módulos relacionados a networking em cursos e eventos que, segundo o estudo, já tem alta procura das mulheres no país.

4)  EMPREENDEDORES E EMPREENDEDORAS TÊM VISÕES DIFERENTES NA ÁREA DE INOVAÇÃO
58% das mulheres dizem “Introduzir um método de produção novo”, “Introduzir mudanças no processo de marketing” e “Reconhecer o valor de novas informações externas e aplicar as informações para fins comerciais”. Esse número é maior do que o considerado pelos homens entrevistados (46%, 35% e 42%, respectivamente). Segundo o estudo, os homens são mais propensos a criar inovações do produto que podem ser licenciadas (34,8% dos homens têm licenças, em comparação com 17,4% das mulheres). Essa diferença pode ajudar os homens a mostrar a inovação dentro de suas empresas com mais facilidade do que as mulheres, o que, por sua vez, pode fazer diferença para conseguir apoio das organizações, incluindo bancos.
*O estudo foi criado pela ONU - UNCTAD, apoiado pelo Governo da Suécia, conduzida com 300 empreendedores inovadores em 6 países. A parte da pesquisa no Brasil foi conduzida pela Endeavor entre Setembro e Novembro 2011 e inclui 26 homens e 26 mulheres.
A autora Amisha Miller é gerente de pesquisa e influência na Endeavor Brasil.
Fonte: Endeavor

sábado, 2 de março de 2013

Mulheres são Mais Inovadoras no Brasil


Em vídeo do Valor Econômico, entrevistas mostram resultados de estudo realizado pela ONU/Endeavor.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Valor Econômico publicou na quinta-feira, 08 de março, o vídeo abaixo, sobre o estudo realizado em parceria pela ONU e Endeavor, destacando as principais características da mulher empreendedora no Brasil. Os dados incluem comparações tanto entre empreendedores homens e mulheres, quanto das mulheres brasileiras com relação às empreendedoras de outros países do mundo. Entre as conclusões, destaque para o fato de empresas lideradas por mulheres serem mais capazes de reter novos talentos do que aquelas lideradas por homens, e o alto índice de inovação entre as empreendedoras brasileiras com relação aos demais países. No vídeo, você confere entrevistas com Karen Kanaan, diretora de marketing e relações institucionais da Endeavor Brasil, e Amisha Miller, gerente de pesquisa da organização.
Confira mais resultados do estudo neste link.
Por Felipe Fabris
Fonte: Endeavor

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Transformando ideias em lucro: qual o segredo das companhias de sucesso?


Diversas empresas, entre as quais muitas líderes de mercado, acomodam-se em antigos processos, certas de que "em time que está ganhando não se mexe". As melhores soluções de ontem, porém, podem não ser as de amanhã

Por Mauro Terepins*

Por conta da acirrada concorrência global, as empresas precisam ser cada vez mais ágeis para fomentar seu crescimento e manter um sucesso duradouro. Diante desse cenário, a habilidade das organizações em inovar é essencial para um crescimento sustentável. A relação entre inovação e sucesso dos negócios não é novidade. Porém, uma abordagem pragmática sobre o tema, que vá além de um mero discurso de conceitos vazios, torna-se, a cada dia, mais imperativa.

Do ponto de vista prático, há dois grandes problemas enfrentados pelas organizações que buscam instituir a inovação como uma ferramenta estratégica em seus negócios: como transformar ideias tidas como "brilhantes" em resultados mensuráveis, convertendo criatividade em lucro, e como transformar o estímulo à inovação em um modus operandi em toda a empresa.

Diversas companhias, entre as quais muitas líderes de mercado, acomodam-se em antigos processos, certas de que "em time que está ganhando não se mexe". As melhores soluções de ontem, porém, podem não ser as de amanhã. Em um mercado cada vez mais acirrado, inovar configura-se praticamente como uma questão de sobrevivência. Inovação por si só, entretanto, não garante a liderança de mercado. Propostas inovadoras, que deveriam contribuir com o desenvolvimento dos negócios, muitas vezes acabam morrendo, numa espécie de "momento eureca" isolado.

Por isso, é preciso saber inovar, encarando o processo criativo como uma questão estratégica. Criatividade também requer planejamento, gerenciamento, controle e, sobretudo, financiamento. Só assim é possível transformar novas ideias em lucro. Em diversos países, o setor governamental também pode estimular o empreendedorismo e a inovação com redução de impostos para atividades de pesquisa e desenvolvimento, proteção da propriedade intelectual e processos de patentes mais simplificados.


ideias www.administradores.com.br
Criatividade e inovação | há dois grandes problemas enfrentados pelas organizações que buscam instituir a inovação como uma ferramenta estratégica em seus negócios: como transformar ideias tidas como "brilhantes" em resultados mensuráveis e como transformar o estímulo à inovação em um modus operandi em toda a empresa (imagem: ThinkStock Photos)


Mas quebrar velhos padrões de comportamento e inovar dentro de uma instituição não é fácil, sobretudo se ela for uma grande corporação. São poucas as empresas que vão além das soluções mais comuns, e a maioria centraliza o processo criativo apenas em seus líderes ou proprietários. Ou seja, pouco ou nada se faz para a institucionalização de processos inovadores ao longo de toda a estrutura corporativa.

O problema se agrava à medida que o tamanho das corporações aumenta. As grandes organizações crescem e ficam cada vez mais complexas, tornando ainda mais difícil a geração de novas ideias. É natural: grandes e sólidas corporações tendem a reforçar aspectos nos quais já tiveram sucesso no passado e, após tantos investimentos, pode ser difícil identificar novas oportunidades. Com suas estruturas mais rígidas, as grandes empresas devem estar atentas para não frustrar o "espírito" empreendedor.

Por outro lado, as pequenas e médias empresas vêm se mostrando globalmente mais abertas a novas ideias e têm apostado com mais força em inovações que não sejam apenas incrementais. Por isso, o segmento de middle market é um grande catalisador de inovações, oportunidades e novos mercados.

Em ambos os casos, a forma de se estimular a inovação também precisa ser renovada – principalmente nos países americanos. Pesquisa realizada pela Ernst & Young sobre empreendedorismo e inovação mostrou que, nos países do continente americano, a maioria aposta apenas na contratação de pessoas criativas. Em outras regiões, como Ásia, Europa, Oriente Médio, Índia e África, as empresas preferem desenvolver alianças com novos parceiros ou deslocar uma parte da equipe com foco em inovação. Outras soluções citadas pelo estudo são oferecer recompensa financeira como incentivo à criatividade e trabalhar com agências e firmas especializadas em inovação.

Destarte, cada vez mais, torna-se imperativo descentralizar o processo criativo e fazer com que ele alcance toda a instituição e os mercados regionais, não ficando estanque, por exemplo, apenas nos setores de pesquisa e desenvolvimento. A melhor maneira de uma empresa incentivar o pensamento criativo é investir em seus próprios colaboradores. Incentivar as pessoas a explorar ideias que envolvam riscos e recompensas, mas com a segurança e o apoio de uma estrutura mais ampla e bem estabelecida, é a essência do que significa ser um empreendedor.

Inovação e empreendedorismo dentro das organizações não deve ser um ato de altruísmo, mas uma sólida estratégia de negócios – algo vital ao sucesso da companhia. Um processo criativo conectado ao lucro colabora para que a empresa sustente sua trajetória de crescimento, mantenha vantagem competitiva e garanta seu próprio futuro.

Mauro Terepins é vice-presidente de Mercados da Ernst & Young Terco.
Fonte: Administradores

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Inovar é fácil. Saiba como

Qual foi a última vez que você fez algo de novo? Se a resposta for mais de dois anos, sua carreira ou sua empresa está correndo sérios riscos de perder mercado rapidamente, aponta Romeo Busarello, professor da ESPM e Diretor de Internet e Relacionamento da Tecnisa. Para ele, esta é a primeira vez na história do capitalismo que um empreendedor pode ficar milionário dormindo. Basta criar um aplicativo e vender na Apple Store para milhares de pessoas interessadas.  

Antes, muitas empresas quebravam porque eram criadas por empreendedores por necessidade. Hoje, são pessoas que vislumbram uma oportunidade. Eles enxergam as oportunidades ocultas ao invés das óbvias. No caso das empresas, há exemplos como a Vivo que, em vez de montar um complexo esquema de distribuição de seus cartões de pré-pago, fez parceria com a Souza Cruz para chegar, e vender, a lugares antes inimagináveis. 

Hoje, o que menos falta é capital para investimento. A grande escassez é de ideias. Uma escola de São Paulo, por exemplo, ao saber que existem mais de um milhão de trabalhadores noturnos na cidade, criou um curso de madrugada. Três fatores tem inibido a inovação, segundo Busarello: o excesso de razão para se fazer novos investimentos, regras e rotinas burocráticas. “Muitas empresas dizem que a inovação é o lema delas, o que não é verdade. É preciso estimular a inovação”, afirma. “Não se inova seguindo as regras do jogo. Mas mudando as regras”, completa.

Há três formas de inovação que podem ser aplicadas por muitas empresas. O primeiro é em Modelo de Negócio. Ao invés de vender bolsas de luxo, há empresas que alugam, assim como a Brastemp que passou a alugar e a vender a manutenção de um purificador de água. O segundo é em Processos. O exemplo vem da M&M`s que nos Estados Unidos personaliza o produto com imagens e mensagens escolhidas pelos consumidores. O terceiro é inovar pela Tecnologia. “Surpreender o mercado é melhor do que ouvir o mercado”.

Apesar de ser simples, inovar requer ousadia. E pode ser em ações simples. Na Tecnisa, entre as mais de 340 mil palavras compradas no link patrocinado do Google, 15% apresentam erro de português. Foi com um delas, gravidez com “s”, ao custo de 10 centavos, que a construtora vendeu um apartamento de mais de R$ 300 mil.

Postado por HSM ExpoManagement 2010 - 09/11/2010
Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Empreendedorismo e inovação na Internet

por Rosival Fagundes


A economia das compras coletivas na Internet está gerando novos mercados. A capacidade de explorar a inteligência dispersa de milhões de consumidores para que as pessoas encontrem o que lhes é mais adequado, com o menor custo, está determinando o surgimento de novos métodos de marketing.
No maravilhoso livro de Chris Anderson, "A Cauda Longa", aprendemos que há uma nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados. O que acontecerá quando tudo no mundo se tornar disponível para todos?

Usando o universo dos filmes, dos livros e das músicas, Chris Anderson, no fenômeno da Cauda Longa, mostrou que a Internet gerou um novo conceito de negócio, em que a receita total de uma multidão de produtos de nicho, com baixo volume de vendas, é igual à receita total dos poucos grandes sucessos.

Faça, divulgue e me ajude a encontrar, são as três forças da Cauda Longa.
A demanda deve seguir a nova oferta. Como a Cauda é avaliada não só sob o aspecto da variedade disponível, mas também do público que migra para ela, a verdadeira forma da demanda se revela quando os consumidores dispõem de escolhas infinitas. São as vendas agregadas ou as compras coletivas, e o uso de outras manifestações de todas as pessoas nos novos nichos disponíveis que convertem a expansão das novas forças econômicas, e a criação de novos nichos de mercados.

A economia das compras coletivas na Internet está gerando novos mercados.
A capacidade de explorar a inteligência dispersa de milhões de consumidores para que as pessoas encontrem o que lhes é mais adequado, com o menor custo, está determinando o surgimento de novas recomendações e métodos de marketing.  As novas oportunidades de negócios estão aparecendo através da democratização da distribuição, o que disponibiliza todas as ofertas. Jovens empreendedores do Brasil, estão criando sites de compras coletivas, atacadões virtuais que ofertam produtos e serviços com descontos, e que já atraem 8 milhões de consumidores.

Os sites de compras coletivas atuam como intermediários entre os negócios de clínicas de estéticas, agências de turismo, teatros, restaurantes, e mais todo o universo do cliente potencial, cadastrado no site.

Qual é a lógica das compras coletivas?

"vender o mesmo produto ou serviço ao maior número de pessoas em um curto espaço de tempo, para proporcionar o menor valor possível".

É uma espécie de delivery da promoção. Funciona levando a liquidação de produtos e serviços à casa dos consumidores, como maneira de transformar o ato da compra. É bom para aqueles que compram, e recebem produtos e serviços com descontos que oscilam entre 50% e 90%. É bom também para a economia de mercado, e para o crescimento do empreendedorismo incrementado por jovens pragmáticos brasileiros.

Como funciona o sistema de compras coletivas:

Como intermediários na venda, os sites levam uma comissão que varia entre 20% e 50% da conta a ser paga pelo cliente. O restante é destinado às dez mil lojas que prestam o serviço.

O nível de satisfação:

Menos de 1% dos clientes de empresas de compras coletivas se diz insatisfeito.

Estratégia de mercado:

Por meio dos sites de compras coletivas, o empreendedor tem como escolher nichos específicos, e vender para clientes da classe A ou para clientes da nova classe média, a classe C emergente e em franca expansão,cerca de 35 milhões de pessoas, que acessam diariamente as principais redes sociais (Facebook, Orkut, Twiter), funcionando como canais de divulgação.

Os números do mercado de compras coletivas:

Quantidade de sites: 2.000
Faturamento anual: 1 bilhão de reais
Consumidores brasileiros cadastrados: 20 milhões

Recomendações para o consumidor:

1.Comparar preços entre os sites:
www.savene.com.br
www.mardecupons.com.br
2. Verificar as ferramentas de pagamento: PagSeguro e DinheiroMail.
3. Segurança nas informações de quem prestará o serviço: pesquisar nas redes sociais e no site: www.reclameaqui.com.br

"5" Lições da Cauda Longa:

1. Desenvolver estoques virtuais, quando muitas empresas estão usando suas redes de depósitos existentes para oferecer maior variedade on-line do que em suas lojas físicas.
2. Desenvolver a mentalidade de nicho. Tratar os consumidores como indivíduos, através da personalização e da customização em massa como alternativa para o mercado de massa.
3. Compartilhar informações.
4.Um preço único não serve para todos.
5. Compreenda o poder da gratuidade, da "amostra grátis" de produtos para conquistar os novos consumidores.
  
Bibliografia consultada: Revista Veja –economia. 16.02.2011
A CAUDA LONGA Editora Campus: autor Chris Anderson .

Rosival Fagundes é professor de marketing.Consultor do SEBRAE. Palestrante e escritor de dois livros sobre empreendedorismo.
Contato: rosival.fagundes@ba.sebrae.com.br



Fonte: Administradores


3 dicas para se tornar atrativo

Redes sociais sofrem muito com o chamado problema do ovo e da galinha; para ganhar muitos usuários, a rede precisa ser atrativa, para ser atrativa a rede precisa de muitos usuários.
A grande questão é que não só as redes sociais sofrem com esse problema. Você comeria num restaurante vazio? Você frequentaria um shopping que ninguém vai? Você se trataria num médico que nunca tratou ninguém?

Contarei algumas lições que aprendemos no Empreendemia para ganhar a chamada “prova social”.


Procure os inovadores
Existe um tipo de pessoas com um perfil fantástico, os inovadores. Essas pessoas simplesmente gostam de saber o que está acontecendo de novo e querem fazer parte disso. Sabe aquele seu amigo que quer ser o primeiro a contar uma notícia ou a assistir um filme? Esse é o perfil do inovador.
Se você não conhece um inovador não tem problema. Convença sua família ou seus amigos a usar seu produto/serviço, mas saiba que dificilmente eles irão pagar por isso.
O que você precisa no começo é prova social, não dinheiro. Seu foco inicial é conseguir os 2 animais de cada espécie que repovoarão o planeta.


1. Comece dando descontos ou test-drives
Da mesma forma que alguns restaurantes no shopping oferecem degustações, uma forma de conseguir os primeiros clientes é oferecer promoções ou test-drives do produto.
O maior problema pra uma empresa/produto/serviço novo é que o cliente enxerga um risco em comprar aquilo. Ninguém sabe direito se o produto funciona, é muito arriscado gastar dinheiro nisso. Descontos e test-drives ajudam a diminuir essa barreira.


2. Facilite a indicação
Agora que você já tem uma população inicial provando que seu produto/serviço funciona, é hora de partir pra expansão. Para isso, você pode comprar milhões de anúncios, mas também é possível usar a ferramenta de marketing mais eficiente: o boca-a-boca.
Pela internet é muito fácil alguém repassar seu link pra um amigo ou dar RT no Twitter. Mesmo assim, não custa nada ter um botão “Indique para um amigo” em que a pessoa pode mandar um e-mail sobre sua empresa para os contatos. Promoções do tipo “traga um amigo e ganhe X% de desconto” também podem ser uma ótima tática.


3. Mate a cobra e mostre o pau
De nada adianta ter a primeira leva de pessoas usando seu produto/serviço se não ficar claro que você tem a “prova social”. Pra um estabelecimento comercial é óbvio que existem pessoas lá, mas pra serviços é importante mostrar quem já usa seu serviço.


Conclusão
Sendo uma empresa nova no mercado, sempre existirá uma barreira pelo fato das pessoas não te conhecerem. Diminuir essa barreira é fundamental para começar. Depois disso, um bom produto e um atendimento excepcional são coisas que farão seu cliente falar sobre você e auxiliar sua expansão.
Lembre-se disso, para conseguir muitos clientes, primeiro consigo alguns, depois faça esses trazerem os outros.

Fonte: Empreendemia

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

As realidades de ser um Empreendedor

Realidade 1: A primeira implementação da sua ideia estará errada.

A primeira interação ou implementação de uma idéia sua certamente estará errada. Isso não quer dizer que você não é inteligente o suficiente, ou não está fazendo as coisas direito. Pra falar a verdade, este é um bom sinal. Nenhuma idéia sobrevive a sua primeira interação com os clientes, por isso é necessário que você saiba colher todos os feedbacks que surgirão deste primeiro contato para adaptar sua idéia.
Você pode ser orgulhoso, não ouvir o que o cliente está dizendo e manter as coisas do jeito que elas estão, porém isto só deixará você sem clientes e com um produto que nem você mesmo usaria.
Por isso não se preocupe, é normal que as coisas mudem um pouco, no que se refere à implementação da sua idéia.


Realidade 2: Seus amigos e/ou sua família não irão entender o que você faz.

“Você é um empreendedor, isso significa que você está desempregado?” ou “Ah, que legal!” são algumas das várias reações que você vai receber de amigos próximos, membros de sua família e outras pessoas ao longo de sua jornada rumo a consolidação de seu próprio negócio.
Mesmo que você alcance objetivos que denotem sucesso no mundo empreendedor, as pessoas ainda não entenderão o que você faz, a não ser que você seja responsável por um produto campeão de vendas no mercado. Quando se trata de um negócio b2b é ainda mais difícil pra eles entenderem, até porque eles não são seus clientes diretos.
O simples fato de não entenderem o que você faz não significa que você está fazendo algo errado ou inaceitável. Eu duvido que Larry Ellison conseguiu fazer com que sua família entendesse a Oracle, e as coisas acabaram dando bem certo pra ele.


Realidade 3: Você ganhará um salário menor do que está esperando.

Se sua principal motivação para empreender é o dinheiro, você está no lugar errado. Claro que um dia você irá vender a empresa, mas esse dia provavelmente está bem distante de chegar. Durante um tempo, mesmo que você ganhe um bom dinheiro, você irá gastá-lo com boas contratações ao invés de tirar um bom salário para si mesmo.
Não há nada de errado em querer ganhar dinheiro, mas no começo será bem difícil, você ganhará menos que aqueles seus amigos que estão trabalhando em grandes empresas e eles provavelmente o lembrarão disso, mas não desanime, se você realmente ama o que faz, ter uma conta recheada no banco é a menor de suas preocupações.


Realidade 4: Você não pode fazer tudo sozinho!

Alguns Empreendedores tem um complexo de super-herói e sentem que podem fazer tudo sozinhos ou com apenas mais um co-fundador para ajudar. Eles acham é possível fazer uma empresa tomar grandes proporções com apenas 2 pessoas. Isso apenas resultará em excesso de cansaço e falta de foco.
Aprenda a deixar seu orgulho de lado e contratar pessoas que são melhores do que você. Trazer mais pessoas para sua empresa tornará a delegação de tarefas mais fácil, fazendo com que cada um fique focado em fazer o que sabe fazer de melhor.


Realidade 5: Não existe essa de fazer sucesso da noite para o dia!

Esteja preparado para trabalhar na sua empresa por vários e vários anos. A imprensa várias vezes faz com que o sucesso de algumas empresas pareça repentino, mesmo quando empreendedores trabalharam por anos e anos em cima de uma ideia para que ela finalmente dê resultado.
Sua empresa dar sucesso não é algo impossível, mas também não é algo que vá acontecer da noite para o dia.


Realidade 6: Não existe a tal “negociação da vida” da sua empresa.

Não deve ser somente uma negociação que fará sua empresa alcançar o sucesso. Alguns clientes ou boas negociações podem te levar ao próximo degrau da escada, mas ainda existem vários degraus a serem escalados ao longo do caminho.
Uma boa oportunidade de negociação pode escapar mais rápido do que você imagina, por isso é importante você definir quais são os degraus que você irá subir ao longo do caminho, avaliando sempre todas as suas possibilidades. Dessa maneira você constrói o futuro da sua empresa sem depender de um único cliente.
O sucesso de uma empresa que está começando vem da junção de várias pequenas vitórias ao longo do caminho.


Realidade 7: Clientes irão te frustrar mais cedo ou mais tarde.

Ter clientes é algo muito bom, agora lidar diariamente com eles já é outra história. Se você está neste mundo, prepare-se para lidar com clientes que não conseguem enxergar o óbvio mesmo que ele esteja embaixo de seus narizes.
Você também receberá diversos feedbacks contraditórios. Um cliente quer azul, o outro quer que seja vermelho e um outro quer que você combine as duas cores e deixe roxo.
O segredo para lidar com os clientes é responder a todos mas sempre demonstrando firmeza, pois se você sucumbir as exigências de todos os seus clientes, você logo acabará em péssimos lençóis.


Realidade 8: Não adianta querer ser chamado de CEO, no começo você fará de tudo.

Hey Sr. CEO, Co-Fundador, Presidente! No começo de uma empresa, títulos não significam muito. Todo mundo fará um pouco de tudo incluindo, às vezes, ter que limpar o banheiro.
Você deve aceitar o desafio de empreender e estar disposto a fazer o que for preciso, afinal você ainda não tem uma equipe de 50 pessoas para poder delegar tudo o que precisa ser feito. Se você não fizer com que as coisas aconteçam, nada irá acontecer.
É claro que você pode otimizar seu tempo para fazer o trabalho render com as poucas pessoas que possui na sua equipe, porém no começo de uma empresa há tantas tarefas a serem realizadas, que será difícil você não ficar abarrotado de coisas pra fazer de um jeito ou de outro.


Realidade 9: Montar um time forte não é uma tarefa fácil.

No começo, você estará super empolgado com a sua empresa, mas é bem difícil encontrar um grupo de pessoas que estará igualmente empolgada para se juntar a você. A maioria das pessoas que você irá encontrar estarão focadas em suas próprias idéias, estarão confortáveis com salários gordos em grandes empresas ou simplesmente não se interessarão pelo que você está fazendo. O fato de você estar empolgado não significa que as outras pessoas também o ficarão.
Tome cuidado para que no calor do rápido crescimento de sua empresa, você não acabe contratando pessoas que não possuem valores compatíveis com os da sua empresa, ou que somente estão interessadas no dinheiro.
Muitas vezes contratar pessoas assim pode atrapalhar mais do que ajudar.


Realidade 10: Jamais desista diante das dificuldades que aparecerão!

Como empreendedor você precisa saber que existem forças que estão fora do seu controle como quebra do mercado financeiro, problemas com o governo ou outras circunstâncias que você não pode prever. O importante é não deixar essas circunstâncias te fazerem desistir.
Essas coisas são como trânsito parado no caminho de um grande show, por mais que ele te atrase ou talvez faça você procurar uma rota alternativa, se você realmente estiver determinado a chegar a seu destino, você irá chegar. Nas palavras de Randy Pausch “Obstáculos no caminho só servem pra mostrar o quanto você realmente quer alguma coisa”.
É importante que você esteja preparado para tudo que vier (por mais difícil que isso seja), pois muitas empresas vão a falência porque as pessoas simplesmente desistem no meio do caminho.
A vida de empreendedor é difícil, mas se você é determinado e ama o que você faz, nada poderá te impedir.


E você, quais foram as dificuldades que enfrentou como empreendedor e como fez para superar essas dificuldades? Responda nos comentários.


Fonte: On Startups (traduzido por Saia do Lugar)



segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cabeças Criativas: Coisas de profissionais modernos!

Por Sérgio Dal Sasso*

A gente só muda quando deixa de ficar surdo, partindo de um tímido mudo pelas buscas que a vida poderá nos ofertar com novos ensinamentos e modificações. O evoluir é a parte da atitude a ser combinada com a compreensão e aceitação, incluindo as pequenas e importantes coisas, para que continuemos pelos sonhos e algumas conquistas de melhorias.


Quando se tem um projeto, seja qual for o seu objetivo, deve-se em primeiro lugar identificar, aprender e saber conviver com as regras do jogo que hoje fazem a condução positiva dos que já atuam no meio. Em tudo tem seu tempo, já que não existe nada de novo que não tenha sido originado pelo velho e nada de velho que um dia não foi considerado como novo, mas o novo que dá certo é gerido por pessoas que ponderam os valores das origens com os da criação.

To aqui com meus 50 anos, e sempre dou uma paradinha para pensar no como trilhar a minha estrada, e ai vale tudo para fazer o futuro, ruas que tive que criar, buracos que desviei somados com os que me ensinaram a tapar e os muitos que ainda estarão pela frente. A vida é um desafio, e por isso não tenha dúvida que toda experiência somente traz volume para o bolso, quando tiver convergência como item facilitador para se vencer buracos. A capacidade para soluções e decisões serão sempre os valores a serem enriquecidos, para que possamos garantir continuidade nas carreiras e profissões.

As pessoas são diferentes, pintam quadros diferentes e por muitas vezes isso é um incômodo a ser superado, pois o mundo pede pela capacidade de saber lidar com as diversas tribos. Almas gêmeas só têm conflitos pelo egoísmo e vaidade, quase nunca por novidades. Nossa dedicação em cima dessas diferenças é que vão ampliar as próprias bases, construindo os ambientes reais de trocas de conhecimento, atualização e por tabela condições de produzir novidades, sejam inovações ou renovações.

Depois de tudo isso, mesmo que queira, não posso pensar nos meus "cinquentinha", nem do tempo dos vinte e tão pouco se vou chegar ou não aos oitenta, pois nossas idades são o fruto da nossa rentabilidade, das formas como compomos nossas relações e o seu aproveitamento com o oferecer para poder receber quando da inclusão dos novos parceiros.

A você meu leitor, jovem em formação, jovem na execução e jovem pela sabedoria, enquanto a cabeça fluir, o futuro está ai para ser planejado, negociado e alcançado. No mais espero poder justificar ao som de um chuveiro o eterno calouro interpretando as canções dos meus ídolos.


*Sérgio Dal Sasso, consultoria organizacional, treinamentos e palestras. Palestras em administração, empreendedorismo, vendas e educação profissional.
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

5 perigosas frases matadoras de ideias

Por Tim Berry do portal Bplans.com

Se você presa pela inovação e criatividade no seu dia-a-dia, aqui vão 5 frases das quais você deve fugir:


“A gente vem fazendo isso há anos, por isso sabemos que funciona”
Quando as coisas mudam, é perigoso assumir algo sem parar e analisar o que realmente está acontecendo. O fato de que algo funcionava não significa necessariamente que ele ainda o faz. Cuidado!

“Já tentamos isso. Não funcionou”
As coisas mudam. O que não funcionou a dois, três anos atrás pode perfeitamente funcionar agora.

“Nós sempre fizemos desse jeito”
“Aham, sentá lá”. É claro que você já ouviu isso por diversas vezes. Todos no mundo dos negócios estão cansados de ouvir. Ligue o alerta, pois “Porque nós sempre fazemos desse jeito” é um péssimo motivo para se fazer qualquer coisa.

“Todo mundo faz desse jeito”
Ok, há várias coisas que todo mundo faz desse jeito. Mas por que? Existem boas razões pra isso?

“Ninguém faz desse jeito”
Existem momentos em que as coisas mudam, situações mudam, e chega a inevitável hora de arriscar. Empreendedores fazem muito isso, não? Faça diferente. Faça melhor.

Fonte: Saia do Lugar

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Empreendedorismo tecnológico no Brasil, onde estamos?





Inovação é um meio, não um fim
É comum acharmos empreendedores que saem gritando aos quatro ventos que seu projeto é inovador. Porém, ser inovador não é necessariamente a melhor coisa do mundo, o importante é ser útil.
Ser inovador é apenas um meio para ser mais útil que o concorrente.

Copiar um modelo de fora não necessariamente é uma coisa ruim
“Empreender não é como salto ornamental. Você não ganha mais pontos por causa da dificuldade”.
Ou seja, adaptar modelos do exterior para o mercado brasileiro é uma ótima oportunidade pra quem quer diminuir seu risco.

O governo é atualmente a melhor fonte de financiamento para empresas nascentes
Apesar do mercado de investimentos ainda ser muito pequeno para empresas iniciantes, programas do governo como o PRIME têm desempenhado um papel muito importante no financiamento de novos negócios.

Só vale a pena lembrar que “Com um grande poder vem uma grande esponsabilidade”.

Por isso, não vamos sair pegando dinheiro do governo só por pegar. Conseguir financiamento é um meio para permitir que projetos bacanas saiam do lugar, e não o objetivo final do empreendedor.

A mídia brasileira está começando a dar mais importância para o empreeendedorismo tecnológico
Nos últimos 2 anos apareceram vários projetos que começaram a conectar a comunidade
focada em desenvolver novas tecnologias.
Além do nicho que está se fortalecendo, percebemos que as mídias de massa também têm dado cada vez mais destaque para empresas nascentes de tecnologia.

Conclusão
Gosto de dizer que o empreendedorismo de tecnologia no Brasil está “engatinhando a passos largos”. Ainda tem muita coisa pela frente, mas estamos no caminho certo.

Abraços,
Millor Machado

Fonte: Saia do Lugar