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quarta-feira, 5 de junho de 2013

O poder das mulheres na venda

Já foi o tempo em que as mulheres eram consideradas sexo frágil, que viviam à sombra do marido, por exemplo. Atualmente, elas assumiram cargos de responsabilidade como a presidência do Brasil (Dilma Rousseff), a diretoria do FMI (Christine Lagarde), a presidência da Petrobrás (Graça Foster), entre outras, e estão ganhando destaque em todos os setores da economia. Quando se fala em vendas, habilidade até pouco tempo explorada, principalmente, pelos homens, elas também demonstram ter capacidade de atuar gerando bons resultados, pois sabem como encantar o cliente, conduzir uma negociação com calma e ser flexíveis na administração dos conflitos.
O bom vendedor é conhecido por ser aquele profissional que, por meio de técnicas, durante o processo de vendas obtém bons resultados e está sempre atento ao mercado e tendências do setor. É exatamente neste ponto que as mulheres se destacam quando enxergam vendas como uma opção na carreira, pois elas apostam na sensibilidade, atenção, disciplina e determinação. Talvez por, muitas vezes, conduzir uma família, administrar brigas entre filhos, entre ouras questões, a mulher possui técnicas exclusivas que ajudam a realizar as vendas da forma mais natural possível.
Um dos diferenciais mais conhecidos é o chamado instinto feminino. A mulher, quando direciona sua atenção para os clientes, pode visualizar oportunidades com mais facilidade, pois sempre está atenta aos detalhes e consegue escutar o comprador, entender suas necessidades e proporcionar um atendimento personalizado. Hoje, o mercado está mais exigente e o vendedor precisa oferecer benefícios que, de alguma forma, se conectam aos interesses dos clientes. As mulheres sabem muito bem como conseguir isso e criar oportunidades de vendas, seja por meio do modo de falar, no tratamento oferecido ou na forma de prestar realmente atenção em seu cliente.
Por outro lado, elas também podem atuar passivamente, deixando a decisão de compra nas mãos do comprador. Quando a mulher entende que vender está relacionado à capacidade de ensinar o seu cliente a comprar e em ajudá-lo a satisfazer uma necessidade, são desenvolvidas estratégias que fazem com que os resultados apareçam naturalmente. Neste caso, o desafio está na atuação da vendedora ao deixar que as negociações sejam conduzidas pelo o outro lado. 
A determinação – fator essencial para todo profissional de vendas ter bons resultados – também é um ponto favorável na personalidade feminina. Quando focam em uma meta, dificilmente desistem na primeira tentativa e correm atrás até esgotarem todas as possibilidades, mas sem agressividade ou impaciência. Por conta desses fatores, as negociações conduzidas pelas mulheres, geralmente, são feitas de forma sutil, para que o comprador se sinta à vontade e não veja a compra como uma imposição.
Além disso, a organização é um dos grandes diferenciais. A mulher, que está acostumada a fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, sabe como administrar o tempo, consegue se organizar e planejar cada passo a ser dado. Obviamente, nem todas se enquadram nesse perfil, mas, para se inspirar nas mulheres bem sucedidas, sugiro que pense em três profissionais que você admire e descubra o que elas fazem tão bem.
  • Escrito por Carlos Cruz
  • Fonte: Editora Ser Mais

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estudo ONU/Endeavor Destaca Empreendedoras Brasileiras


Segundo os dados, as empreendedoras brasileiras são mais inovadoras e fazem mais cursos, do que em outros países.
A Endeavor está marcando o DIA INTERNACIONAL DA MULHER com o lançamento de alguns dados do estudo feito com o UNCTAD*.  Com este estudo, nosso objetivo é entender melhor as diferenças entre empreendedores e empreendedoras, para fazermos um trabalho cada vez melhor com as empreendedoras brasileiras, agora e no futuro. Confira o que descobrimos:
1)       EMPREENDEDORAS BRASILEIRAS SÃO MUITO INOVADORAS
As Mulheres no Brasil melhoram produtos ou processos e têm uma visão geral do negócio maior do que em outros países.

2)      NETWORKING É A PALAVRA DE ORDEM
Fazer “networking” é importante para qualquer empreendedor. As mulheres que afirmam que “nunca” se reúnem com outros donos de negócios implementaram, em média, apenas uma inovação nas suas empresas no período de um ano, enquanto mulheres que se reúnem com outros donos de negócios uma vez a semana implantam em média 3.7 inovações no mesmo período.
Mesmo assim, as empreendedoras brasileiras são piores no quesito relacionamento com outros empreendedores e organizações do que empreendedoras no resto do mundo. A maioria das empreendedoras nos outros países afirma ser membro de algum tipo de associação de negócios, mas no Brasil, a taxa é muito baixa (48%).

Essa diferença pode ter resultados graves para elas:
·         É mais difícil para empreendedoras acessar informações quando estão começando uma empresa (15,8% mulheres concordam, em comparação com 3,8% dos homens).
·        Os Homens tem mais probabilidade de serem aceitos em algum tipo de programa patrocinado pelo governo para desenvolvimento / assistência a negócios (38,5%, comparado a 19,2% de mulheres)
3)      ELAS USAM CURSOS E SE ESPELHAM EM EXEMPLOS
Empreendedoras no mundo inteiro usam cursos para se aprimorarem, e as brasileiras os usam mais do que nos outros países. 73% das mulheres fizeram algum curso, comparado com 50% dos homens. Ao mesmo tempo, 81,8% das empreendedoras tinham role models (exemplos), comparado com 50% dos homens.
Isso pode acontecer porque, na fase de start up, as mulheres acreditam que precisariam ter adquirido mais confiança quando começaram o próprio negócio (18%, contra 4% dos homens). Os cursos e role modelsajudam, pois na fase atual elas se sentem mais confiantes e têm o mesmo nível de confiança que os homens (4.0 na escala de 5).
Em geral, é importante que as organizações pró-empreendedorismo adicionem módulos relacionados a networking em cursos e eventos que, segundo o estudo, já tem alta procura das mulheres no país.

4)  EMPREENDEDORES E EMPREENDEDORAS TÊM VISÕES DIFERENTES NA ÁREA DE INOVAÇÃO
58% das mulheres dizem “Introduzir um método de produção novo”, “Introduzir mudanças no processo de marketing” e “Reconhecer o valor de novas informações externas e aplicar as informações para fins comerciais”. Esse número é maior do que o considerado pelos homens entrevistados (46%, 35% e 42%, respectivamente). Segundo o estudo, os homens são mais propensos a criar inovações do produto que podem ser licenciadas (34,8% dos homens têm licenças, em comparação com 17,4% das mulheres). Essa diferença pode ajudar os homens a mostrar a inovação dentro de suas empresas com mais facilidade do que as mulheres, o que, por sua vez, pode fazer diferença para conseguir apoio das organizações, incluindo bancos.
*O estudo foi criado pela ONU - UNCTAD, apoiado pelo Governo da Suécia, conduzida com 300 empreendedores inovadores em 6 países. A parte da pesquisa no Brasil foi conduzida pela Endeavor entre Setembro e Novembro 2011 e inclui 26 homens e 26 mulheres.
A autora Amisha Miller é gerente de pesquisa e influência na Endeavor Brasil.
Fonte: Endeavor

sábado, 2 de março de 2013

Mulheres são Mais Inovadoras no Brasil


Em vídeo do Valor Econômico, entrevistas mostram resultados de estudo realizado pela ONU/Endeavor.
Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Valor Econômico publicou na quinta-feira, 08 de março, o vídeo abaixo, sobre o estudo realizado em parceria pela ONU e Endeavor, destacando as principais características da mulher empreendedora no Brasil. Os dados incluem comparações tanto entre empreendedores homens e mulheres, quanto das mulheres brasileiras com relação às empreendedoras de outros países do mundo. Entre as conclusões, destaque para o fato de empresas lideradas por mulheres serem mais capazes de reter novos talentos do que aquelas lideradas por homens, e o alto índice de inovação entre as empreendedoras brasileiras com relação aos demais países. No vídeo, você confere entrevistas com Karen Kanaan, diretora de marketing e relações institucionais da Endeavor Brasil, e Amisha Miller, gerente de pesquisa da organização.
Confira mais resultados do estudo neste link.
Por Felipe Fabris
Fonte: Endeavor