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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O potencial do e-commerce brasileiro já ganhou o mundo. Estamos preparados para recebê-los?

Por Natan Sztamfater*




 O e-commerce brasileiro reflete o que era o mercado de comércio eletrônico norte-americano de quatro anos atrás. Ou seja, temos um vasto pool de oportunidades de negócios. Isto foi o que ressaltou a última edição do Irce (Internet Retailer Conference & Exhibition), um dos principais eventos de e-commerce dos Estados Unidos.

Não estando nos mesmos padrões de maturidade do mercado norte-americano, há muito ainda que evoluir em termos de competitividade no país. E, para continuar esbanjando o potencial inerente no e-commerce nacional, é preciso desenvolver e aprender junto às lojas virtuais dos EUA, importar somente as ideias mais interessantes e que sejam coniventes com a realidade brasileira.

Visto as perspectivas para o mercado nacional de comércio eletrônico, movimentando R$ 14,8 bilhões em 2010 e com mais de 23 milhões de e-consumidores, segundo dados da e-bit, o Brasil já está na rota de investimentos das principais empresas internacionais, desde prestadores de serviço até empresas de venture capital e private equity.
 

Com a estabilidade e maturidade dos mercados norte-americano, canadense e europeu, o Brasil é a bola da vez na atenção dos empresários estrangeiros. E, é válido destacar a maturidade que o mercado de marketing digital e mídia digital brasileiro alcançaram no segmento de busca. Cada vez mais empresas investem em display mídia, trazendo novidades, novas campanhas que foquem maior conversão, utilizando segmentação e retargeting.

Além disso, as principais tendências já começam a aparecer. Para trilhar o caminho do sucesso norte-americano, o lojista virtual brasileiro deve passar a preocupar-se com o custo da aquisição de um cliente (COCA – Cost of Customer Acquisition) e com o valor ao longo da vida desse cliente dentro do negócio (LTV – Life Time Value), e também na criação e consolidação da marca de seu e-commerce.
 

A tão buscada taxa de ROI (Return on Investiment) no Brasil deverá em breve cessar. Já que não se adéquam mais à realidade do e-commerce norte-americano com o alto nível de competitividade existente. E, que em pouco tempo também chegará por aqui.
 

Ou seja, a edição 2011 do Irce trouxe a certeza de que temos um mercado com extremo potencial. Basta cada vez mais moldá-lo e aperfeiçoá-lo com ideias e tendências que desenvolveram os mercados mais consolidados, como os EUA, e que venham a se adequar com o padrão e os costumes brasileiros. Com as ferramentas postas à mesa, resta saber como o lojista virtual brasileiro irá se adequar a essa realidade.

*Natan Sztamfater é CEO da CookieWeb, Diretor da
 www.portcasa.com.br e Organizador do Evento E-Commerce LIVE.

Fonte: Mundo do Marketing

quinta-feira, 19 de maio de 2011

E-commerce fatura R$ 760 milhões no Dia das Mães

Comércio virtual registrou crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2010


Por Juliana Castro

O Dia das Mães de 2011 rendeu ao e-commerce brasileiro um faturamento de R$ 760 milhões. Os dados são da e-bit e mostram um crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2010, com um ticket médio de R$ 350,00. O aumento também foi maior do que o registrado nas lojas físicas, que tiveram 6,53% de crescimento nas vendas. Entre os produtos comprados, a categoria Saúde, beleza e cosméticos foi a que registrou maior número de pedidos, com 14% do share, seguida por Eletrodomésticos, com 13%. Já o segmento de Informática foi responsável por 11% de vendas, enquanto o de Telefonia e celulares contabilizou 7% do total.
 
Fonte: Mundo do Marketing

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Como fazer lucros vendendo informaçao pela mala direta

Vender informação pela mala direta é um dos negócios operados mais rentáveis hoje em dia nesse país. E você pode começar um pequeno negócio por sua conta e o fazer florescer. Você não precisa ser um escritor ou ter experiência em como abrir um negócio.

Todos os passos ligados a dar início a um negócio de mala direta são simples, fáceis de serem seguidos e pode lhe gerar uma segunda renda fixa ou até construir uma alta empresa integral muito lucrativa.

Você já está cansado de ser obrigado a comparecer ao trabalho todos os dias? Frustrado de não poder sustentar todas as coisas extras da sua vida que você deseja? As vantagens em abrir o seu próprio negócio são infinitas. Mas na maioria das vezes, você deve ter um sentimento de cumplicidade e cumprir seu serviço a favor dos outros, assim como você também ajuda outras pessoas a adquirirem o conhecimento desejado - E ELAS PAGARÃO POR ISSO! Você não tem a necessidade de desistir de nada.

Todas as informações confidenciais dadas nas páginas seguintes requerem o mínimo de despesas. Podem ser feitas em casa e necessitam somente de uma pequena, mas constante, parcela de seu tempo. O que você precisa é desejar FAZER COM QUE ISSO FUNCIONE. Se você tiver a perseverança para levar isso adiante e a disciplina para completar cada um dos passos, estará no caminho certo para criar algo muito especial para você mesmo.



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Após a leitura faça seu comentário sobre o livro.

Abraço,
André Medina

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

O que vem por aí no E-commerce?

Por Sandra Turchi*


O e-commerce cresce consistentemente no Brasil, apresentando índices superiores a 30% ao ano nos últimos anos. A perspectiva é encerrar 2010 com quase R$ 25 bi em faturamento, se incluirmos leilões, automóveis e turismo. Além disso, cresce a participação da baixa renda que, somada aos compradores anteriores, deverão compor um grupo de aproximadamente 23 milhões de pessoas consumindo on-line.

A quantidade de internautas no Brasil é superior à população de muitos países, como França, Itália e Espanha. Esses dados justificam a busca crescente de novos varejistas por participar desse universo de oportunidades.

Notamos o fortalecimento de grandes operações como Grupo Pão de Açúcar, Grupo B2W, Walmart, Carrefour, Magazine Luiza, entre outros. Porém, o principal movimento que percebemos hoje é a entrada de pequenas e médias empresas, seja para vender on-line, ou ao menos, divulgar suas campanhas e depois estabelecer seu negócio virtual.

Os clubes de compras, como ClickOn, Peixe Urbano, Desconto Online e o Save Me - que reúne a oferta de todos os clubes - demonstraram a força da web, inclusive para empresas que nem têm um site formatado ainda. Essas empresas, ao publicarem ofertas relevantes para os consumidores, puderam vender grandes lotes de produtos e, principalmente, de serviços, em curtíssimo espaço de tempo, gerando conhecimento de sua marca, trazendo novos clientes e novo faturamento.

No entanto, as novidades não param por aí. Para outros negócios, as melhorias que podem ser feitas na exposição dos produtos ainda trarão excelentes resultados, como é o caso do setor de vestuário, muito desenvolvido nos EUA (sendo uma das principais categorias vendidas), pois já tinham tradição na venda por catálogos, e que migrou para a web, mas também porque lá existe um excelente sistema de numeração, o que não ocorre aqui.

Para facilitar a escolha dos clientes, sites investem em tecnologia para otimizar essa apresentação, utilizando, por exemplo, realidade aumentada, sistema em 3D (que exige monitores adequados), entre outras novidades, fazendo com que o cliente possa visualizar melhor os itens que tem interesse em adquirir. Além disso, fotos de boa qualidade, que podem ser ampliadas por zoom e permitem ver detalhes do tecido, da costura e do acabamento, também são fundamentais.

Embora a categoria ainda represente apenas 2% das vendas via web no Brasil, segundo a consultoria e-bit, com essas e outras inovações que aprimoram a experiência de compra do consumidor, como ainda o aperfeiçoamento dos padrões de numeração é possível afirmar que há muito espaço para o crescimento também dessa categoria.

* Sandra Turchi é  Superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital da ESPM” e  VP de Marketing da ABRAREC.

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Comércio eletrônico é opção para expandir negócios das MPEs

Defensor do e-commerce como ferramenta para expansão das micro e pequenas empresas, o CEO da Ludatrade e representante da Alibaba.com no Brasil, Kenneth Ma, não hesita em dizer que as empresas precisam inovar sua forma de fazer negócios e utilizar as facilidades do comércio eletrônico para encontrar compradores e fornecedores para seus produtos e serviços, em qualquer lugar do mundo. Segundo o executivo, esse é o segredo para quem busca se destacar e sobreviver às constantes transformações econômicas e sociais que afetam o mercado global. Em entrevista exclusiva ao FNQ em Revista, ele revela as vantagens, as perspectivas e os segredos para o sucesso dos empreendedores com o e-commerce.

Como você convenceria as MPEs de que atuar com e-commerce é um bom negócio?
O comércio eletrônico chegou para revolucionar as negociações mundiais. É uma ferramenta inovadora, que permite identificar oportunidades em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora. Com acesso rápido e ilimitado, o mundo virtual permite um canal direto de negociações, com baixo custo das transações. E o melhor de tudo: permite que as MPEs alcancem o mercado internacional, coisa que, até então, só as grandes tinham recursos para fazer. O e-commerce já é uma oportunidade.

Ainda há muitos desafios, como ausência de contatos internacionais e capital limitado, que preocupam as MPEs interessadas em trabalhar com comércio eletrônico. De que forma é possível superar esses obstáculos?
Hoje existem ferramentas de marketing online muito eficientes e a exibição virtual é a melhor forma de conquistar clientes, porque seus produtos ficam expostos o tempo todo. Sem contar que, na internet, é possível encontrar um mailing global de empresas, estabelecer parcerias e se comunicar rapidamente com compradores e fornecedores. O portal Alibaba.com, por exemplo, é uma plataforma B2B que reúne vendedores e compradores do mundo todo em um mesmo local, facilitando os negócios nacionais e internacionais das MPEs.

O que é necessário para utilizar o Alibaba.com?
O comprador tem acesso livre a todos os fornecedores. Já para o fornecedor, há duas opções: experimentar os serviços gratuitamente por um período, apenas para entender como funciona o site, mas sem oficializar compras; ou tornar-se um membro/parceiro do portal, o que garante confiabilidade para quem compra e permite as negociações.

Ao ingressar no comércio eletrônico, qual o impacto na força de vendas de uma empresa?
Não há dúvidas de que o modo tradicional de fazer negócios será impactado, uma vez que mais pessoas vão comprar pela internet. Então, as lojas físicas terão que se adaptar e repensar a atuação da força de vendas, com foco no mundo eletrônico. É preciso entender as demandas e necessidades dos compradores virtuais, em geral jovens que querem produtos exclusivos e personalizados. Com a internet, é possível atender os anseios dos novos consumidores. Logo, se o empreendedor tradicional não se adaptar a essa realidade virtual, vai acabar perdendo espaço para o pequeno empresário criativo.

Quais as perspectivas para o comércio eletrônico a longo prazo?
A internet é a ferramenta do presente e do futuro. Em pouco tempo, as vendas eletrônicas serão muito maiores do que nas lojas físicas. Isso já acontece com o setor automobilístico. E as empresas brasileiras, com seus produtos altamente qualificados e singulares, têm tudo para crescer com o e-commerce. Se, em 2009, as vendas online movimentaram R$ 6 bilhões, a previsão é que esse índice aumente de cinco a oito vezes nos próximos dez anos. Tenho certeza de que entrar no comércio eletrônico será como ganhar na loteria.

Fonte: Fundação Nacional da Qualidade

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E-commerce Social no Brasil: a grande aposta

Por Natan Sztamfater*

A compra social já existe muito antes de imaginarmos que um dia poderíamos adquirir produtos e serviços pela internet. As mulheres saem para comprar em shoppings, acompanhadas de suas amigas onde, em cada vitrine, opinam e discutem sobre determinado item, influenciando, mesmo que indiretamente, a decisão de suas parceiras na hora de comprar. Os homens, no mundo físico, falam sobre carros, artigos esportivos, discorrem sobre marca, qualidade e, consciente ou inconsciente, fazem parte de uma boa movimentação de vendas de itens como esses, por exemplo.

A internet, aliada a tecnologia, também vem ganhando recursos, sem sombra de dúvidas, infindáveis, onde o céu é o limite. Mas as lojas virtuais, principalmente as de pequeno e médio porte ainda não se deram conta disso. A base principal dos temas discutidos no Shop.Org deste ano, maior evento de comércio eletrônico que ocorreu em Las Vegas, foi, nada mais, nada menos que...redes sociais, grandes responsáveis pela reinvenção da forma de vender. E, nessa carona, é preciso aproveitar o potencial de nosso país. O brasileiro é o maior usuário do mundo de redes sociais. É uma das nações que mais passa o tempo usando a internet.

As redes sociais hoje são a tradução do que acontece no ambiente físico, onde as pessoas interagem e opinam o tempo todo, ganhando poder influenciador e determinante nos mais diversos âmbitos para formar novas opiniões em pessoas. A única e vital diferença é que ela não restringe a “conversa” mais a um grupo de amigos em comum. Na web, o poder de alcance é infinitamente maior. Usuários que não se conhecem ficam amigos, por partilharem da mesma opinião ou, muitas vezes, por até não concordarem entre si e chegarem à conclusão de que suas opiniões podem ser revertidas e unidas em prol de argumentos plausíveis em relação às marcas, produtos e serviços.
 

Engana-se quem pensa que colocar uma marca ou uma empresa à disposição para comentários na internet pode estar fadado ao fracasso. O comércio eletrônico de ontem não é o mesmo de hoje e nem terá semelhanças amanhã. Portanto, a prática da inovação deve ser constante. O conceito de compra social no mundo físico deve ser migrado imediatamente ao universo online. Chamo aqui a atenção para as lojas virtuais de pequeno e médio porte que, embora ainda não tenham a conscientização da importância de se investir em recursos sociais, vão entender que se não fizerem isso o mais rápido possível, não chegarão ao almejado índice de conversão real de vendas.
 

Segundo pesquisa feita pelo Guidance - provedor de soluções de e-commerce baseado na Califórnia - os consumidores sentem falta da interatividade social, principalmente agora que a participação do mercado está mais importante do que nunca. Incluir atividade ou interatividade social ao portal, como por exemplo, ranking de produtos, chat ou mural de recados, podem melhorar a imagem do site. 
 

Vamos além: um estudo da Bazaarvoice comprovou que as taxas de conversão são mais altas em sites com avaliações e críticas feitas pelos consumidores (mesmo que sejam medíocres) do que nos que não as apresentam. Esses dados são internacionais, mas não tardam a chegar no Brasil.
 

É preciso agir, a concorrência está antenada. Não encare as redes sociais como um custo. Potencialize a efetividade, insira recursos para comentários de seus clientes e, claro, ao lado do produto ou serviço presente na loja virtual. Atualize os comentários regularmente com uma periodicidade máxima de dois meses. Não tenha medo de pedir ao e-consumidor um feedback, seja diretamente na home do portal ou pelas campanhas de email marketing. Incentive, dê descontos nas próximas compras, frete grátis, faça ele voltar e falar bem de você.
 Afinal, são eles os maiores responsáveis pelo seu crescimento.

Termino esse artigo com algo que acabo de ver e...na internet. “Saraiva cria espaço de compras coletivas no Facebook”. Mais uma vez, um grande player investindo, de um jeito ou de outro, em redes sociais. Lojas virtuais PMEs, vamos junto? Chegou a hora de agir.

*Natan Sztamfater é CEO da Cookie Web e Diretor da
 Port Casa

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Camara-e.net desenvolve cartilha para orientar e-consumidor

Tutorial indica o passo-a-passo da compra segura na internet

Por Rodrigo Lima

O comércio eletrônico brasileiro cresce a passos largos desde 2002 e deve atingir faturamento de R$ 15 bilhões, em 2010. O crescimento do poder aquisitivo das classes C e D somado ao crescente número de e-consumidores tornou necessário o desenvolvimento de uma cartilha para o consumidor on-line.

Com diversos comitês setoriais, a camara-e.net - Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico está sempre discutindo as necessidades do comércio eletrônico brasileiro e, baseada na percepção de que muitos internautas não conhecem todas as ferramentas disponíveis para realizar uma boa compra na internet, foi criada a Passos para uma Compra Segura (camara-e.net)

"Percebemos que grande parte dos comentários dos e-consumidores vinham em forma de dúvidas muito simples sobre a utilização do comércio eletrônico. Todos estes questionamentos foram abordados na cartilha de forma didática e neutra", explica Leonardo Palhares, coordenador do comitê jurídico da camara-e.net.

Nesta cartilha, o internauta pode fazer o passo-a-passo de uma compra segura, começando pelo computador onde efetuará a compra, que deve sempre estar com seu antivírus atualizado. Muitos usuários também se esquecem de verificar a segurança da conexão. "Algumas pessoas possuem internet sem fio em casa e não colocam senha, deixando seu computador completamente vulnerável a uma possível invasão", explica Palhares. 



terça-feira, 15 de março de 2011

10 dicas para abrir um negócio na web

De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendimento tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos

Não são raros os exemplos de recém-milionários que estão fazendo fortuna em negócios na internet. De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendedorismo tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos. Aos que desejam se lançar a este novo desafio, seguem dicas essenciais para um empreendimento virtual.

1 - Defina o foco

Identifique eventuais necessidades não atendidas, que podem se tornar oportunidades lucrativas. Engana-se quem imagina que a competição no mundo virtual seja menor que em negócios reais. Apesar do pouco tempo, a rede atingiu com rapidez a maturidade. Há, todavia, muitos nichos promissores, principalmente aos empresários criativos que saibam tirar proveito da força da rede mundial. O segredo está no foco, evitando entrar em setores dominados por grandes empresas, cujo poder de barganha é infinitamente superior.

2 - Defina os produtos e/ou serviços

Escolha o modelo de negócios, assim como os produtos e/ou serviços que serão oferecidos, cuja seleção não se restringe ao espaço da prateleira ou gôndola. A vantagem da internet é que o estoque pode estar em local com menor custo por m2, como um galpão em alguma periferia ou até mesmo no próprio fornecedor. Há outros tipos de negócios virtuais nos quais o custo de estoque é praticamente zero, assim como a quantidade de itens infinita. As mercadorias estão dispostas em grandes servidores em formato digital - músicas em MP3, vídeos em MP4 e até livros em PDF.

3 - Crie uma identidade

É hora de definir o nome e a identidade visual de seu negócio - logotipo ou frase de efeito. Cuide para que seja fácil de ser lembrado, marcante, curto e que descreva a alma do negócio. Verifique junto aos órgãos responsáveis a disponibilidade do nome de sua preferência.

4 - Legalize

Procure um contador de sua confiança e registre a empresa legalmente. Não pense que negócios virtuais estão alheios à fiscalização e tributação. Busque profissionais qualificados para cuidarem da parte legal antes de dar início às negociações.

5 - Monte sua loja

Apesar do menor investimento, colocar um site no ar requer planejamento e cuidado. Como num comércio tradicional, o visual, os produtos e serviços disponíveis, a localização das mercadorias, o atendimento e as formas de pagamento são também muito importantes no comércio online. Tome alguns cuidados básicos para encantar clientes novos e reter antigos. E lembre-se que clientes virtuais são ainda mais impacientes que aqueles que trafegam nos corredores dos shoppings centers.

6 - Comprar ou alugar?

O empresário que se aventura no mundo virtual se depara com dilema similar. Há duas escolhas possíveis. Adquirir os próprios servidores, funcionários especializados e locais adequados ou contratar os serviços de um provedor de hospedagem, pagando tarifas mensais por pacotes pré-definidos. As grandes empresas em geral preferem investir quantias significativas em sua própria infraestrutura, garantindo que seus clientes consigam acessá-lo 100% do tempo. Empresas médias ou pequenas podem optar por alugar um espaço na "nuvem" de terceiros - tecnologia denominada de "cloud computing".

7 - Garanta uma compra segura

São inúmeros os casos de fraudes na web, o que ainda inibe muitos potenciais clientes. Por isso, invista na segurança de seu site. Há diversas empresas que oferecem serviços de autenticação digital, dificultando a ação de indivíduos com más intenções.

8 - Dê opções de pagamento

Numa loja virtual, aceitar as diversas bandeiras e modalidades - crédito e débito; são obrigações. Apesar da pouca utilização, considere também as opções de depósito bancário e boletos. Analise ainda a possibilidade de recebimento do pedido além da opção online. Alguns clientes ainda preferem utilizar telefone, fax ou e-mails. Abra enfim uma linha direta para que possam falar com algum funcionário, apesar da tentação em criar modelos estáticos e pré-determinados. A flexibilidade e negociação devem estar presentes mesmo no comércio virtual.

9 - No mundo virtual o "soft opening" é mais difícil

É comum estabelecimentos comerciais iniciarem sua operação com o chamado "soft opening" ou inauguração prévia. Durante este período sem alarde, os funcionários podem ser mais bem treinados e os processos e procedimentos estruturados, com um menor movimento de clientes. Na modalidade virtual é possível fazer isso antes da colocação do site no ar. Simule compras, teste links, configurações, confronte produtos, códigos, descrições, preços e erros gramaticais. Utilize PCs, Macs e diferentes navegadores - Internet Explorer e Mozilla. Caso tenha a versão para celular, faça o mesmo utilizando alguns modelos chaves de diferentes fabricantes. Enfim, simule os processos de devolução de produtos, assistência técnica e telemarketing.

10 - Divulgue

Como numa loja tradicional, os primeiros dias são sempre bem difíceis, até que as pessoas conheçam, experimentem, comentem e retornem, fechando o ciclo de fidelização. Para acelerar esse processo, é interessante fazer links patrocinados e comprar palavras ou frases que identifiquem seu negócio. Outra forma são os banners, pequenos anúncios que podem ser colocados em sites de grande circulação. Crie e mantenha sistemas de divulgação online e, se possível também em outras mídias, tais como televisão, revistas e jornais.

Seguindo estas dicas o empresário virtual terá mais chances de sucesso em seu novo negócio. O mais importante é sempre seguir a fórmula S=P3, onde sucesso é = persistência, preparação e planejamento. Boa sorte!

Marcos Morita - é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais. 
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

2010: O ano do relacionamento digital

Este ano foi marcado pelo boom das compras online e da interatividade. Em 2011 a demanda tende a aumentar porque cada vez mais temos novos usuários nas redes sociais. Confira o balanço de Walter Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital.

Falta apenas um mês para acabar o ano de 2010. Passou rápido, mas foi suficiente para entendermos a relevância e a proporção que o ambiente digital vem ganhando no mercado brasileiro. Este foi um ano marcado pelo foco em mais planejamento e estratégia para se atingir mais retornos. 

Foi um ano de descobertas; do boom das compras coletivas que chegaram e vieram pra ficar.
 Foi o ano do marco do comércio eletrônico, onde as pessoas consumiram mais pela internet e começam a mudar seus hábitos de compra, privando a agilidade e comodidade em meio a tantas outras tarefas cotidianas.

A internet vem mudando as formas como as pessoas se relacionam, como se portam e, literalmente, é hoje a grande responsável por uma mudança de comportamento. O Google também mudou a vida de todos. É por ele que as pessoas se guiam para diversas novas atitudes, sejam elas profissionais ou pessoais.

As redes sociais permitiram um efeito nunca antes visto quando falamos em networking. Elas já são acessadas por 67% dos internautas do país, das classes A, B, C e D. Segundo levantamento do Ibope Mídia,
 cerca de 25% dos usuários brasileiros de redes sociais as usam como fonte de informação para compras, principalmente relacionada a eletrônicos. 

De acordo com o Ibope, 20% dos adeptos de sites de relacionamentos trocaram o celular para aparelhos mais sofisticados, com conexão à internet para acessar os sites.

Somente nesse Natal, o e-commerce deve movimentar R$ 2,2, bilhões em vendas, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) e a previsão é que o setor encerre 2010 com o montante de R$ 15 bilhões de faturamento.
 

O crescimento acelerado exige ainda mais planejamento na comunicação digital. Os grandes players de mercado já se conscientizaram sobre isso e começam a desenvolver ações com mais foco, assertividade e qualidade, em prol de um ROI – Return on Investment, mais efetivo.

E grande parte desse surpreendente volume de vendas também vem do Email Marketing. Chegamos a 1 bilhão de envios/mês somente pela plataforma de envio e gestão de Email Marketing Virtual Target.
 Esse cenário demonstra a importância desse canal como uma das fontes prioritárias de comunicação entre marcas, lojas virtuais e público.

O Email Marketing foi marcado em 2010 pelo ano da conscientização. O mercado já está aplicando as boas práticas, ainda com moderação, mas começa a entender que qualidade está acima de quantidade e caminha para ofertas por email com foco no relacionamento digital.

Esse movimento também é proveniente do próprio e-consumidor, que está aprendendo a lidar mais com a internet, o e-commerce e as redes sociais.
 As redes sociais também são propulsoras de uma comunicação mais personalizada por parte das empresas. Elas promoveram uma nova forma de relacionamento, exigindo, mesmo que indiretamente, que as marcas pensassem mais antes de agir. 

Atribuo o crescimento qualificado do email marketing a diversos fatores. Temos uma economia mais aquecida, onde classes como C e D passaram a consumir pela internet. E, diante desse cenário, o comércio eletrônico vem enxergando nesse canal uma das principais fontes de rentabilidade.

O email marketing no e-commerce chega a representar mais de 50% das vendas online de portais de varejo, compras coletivas e clube de descontos. O aumento desse consumo pela web gerou maior demanda nas ações digitais.

O ViajaNet, agência de viagens online, divulgou uma pesquisa onde 35% de seus clientes são da Classe D, com renda mensal de dois a cinco salários mínimos. O resultado é consequência não apenas da economia atual, mas do foco da agência nas constantes campanhas de Email Marketing.
 

Um dos recursos desta ferramenta que também vem ganhando espaço é o transacional. A
s empresas estão começando a enxergar as facilidades dessa tecnologia para ampliar o relacionamento digital com a base. Vejo marcas planejando automatização de envios segmentados a partir da análise do comportamento online da base que recebe as campanhas. 

Se o clique foi em produtos de TV, por exemplo, esse mesmo destinatário recebe em seguida uma ação com uma oferta de home theater. Isso favorece a fidelização virtual.

A integração das campanhas com redes sociais e vídeos online nas ações também vem impulsionando a força desse canal. As empresas identificam a interatividade como um fator essencial para não mais limitarem suas ações aos disparos. Em suma, o consumidor está ditando as regras.
 O ano de 2010 foi marcado pela prática do relacionamento digital, da interatividade e do boom das compras online.

Conseguimos aculturar o mercado em relação à aplicação da ética e das boas práticas no email marketing e ele já sabe que assim funciona melhor, bem melhor. O próximo passo é fazer com que as PMEs também entendam mais o potencial, fazendo com que o disparo de uma campanha seja realmente a favor da boa reputação de sua marca.

2011? Continuo extremamente otimista. A demanda tende a aumentar porque cada vez mais temos novos usuários na rede e, claro, provedores abrindo portas para emails marketing conscientes! 
     
 
Walter Sabini Junior (CEO da VIRID Interatividade Digital)

Fonte: Mundo do Marketing (
www.mundodomarketing.com.br)
03/12/2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Brasileiros devem gastar R$ 370 na compra de Natal pela internet, afirma e-bit

por InfoMoney
Os brasileiros acostumados a fazer compras on-line devem gastar, em média, R$ 370 com as compras deste Natal. As estimativas da consultoria e-bit são otimistas quanto à data mais lucrativa para o setor no ano, ao preverem um aumento nominal de 40% em relação a 2009, com faturamento total atingindo R$ 2,2 bilhões.
Os produtos mais procurados neste ano serão os livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Para o público feminino, cosméticos e perfumaria receberão a maior parte das vendas.
O diretor de marketing da e-bit, Alexandre Umberti, destaca que, no Natal, as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a decisão de compra. "Além disso, a injeção do 13º salário e os bônus de final de ano estimulam as pessoas a adquirirem mais produtos”, declarou.
Mesmo com o 13º, o tíquete médio para o Natal deste ano ficou abaixo da previsão do Dia das Mães, segunda data mais importante do ano para o comércio, cuja previsão foi de R$ 375.
Antecipação
O executivo lembra que é necessário antecipar as compras em um período aquecido do mercado. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shopping centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.
O período de vendas contabilizado pela e-bit para as compras de Natal é entre 15 de novembro e 24 de dezembro.
Mercado
Ao todo, o e-commerce deve faturar R$ 15 bilhões em vendas neste ano, um crescimento de 40% frente aos R$ 10,6 bilhões faturados em 2009.


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Oportunidades de Negócios

Existem milhares de oportunidades de negócios na Internet, mas é muito arriscado escolher aleatoriamente um segmento e montar um negócio. Para escolher apenas uma entre as boas oportunidades de negócios é preciso adotar critérios sólidos de avaliação. É necessário, também, fazer um bom planejamento antes de montar o negócio.
Extraído do ebook: "Oportunidades de Negócios na Internet"

Oportunidades de negócios que tenham a ver com você
Para os analistas de novos negócios, mais importante do que um bom projeto de e-commerce, é o perfil e o grau de comprometimento do empreendedor com o seu negócio. E comprometimento só é possível, se você gostar do que faz. É por esse motivo que, antes de montar um negócio, a primeira coisa a ser pensada em relação às inúmeras oportunidades de negócios que se apresentam na Internet é: qual dessas oportunidades realmente lhe são atrativas e lhe darão satisfação em dedicar muitas e muitas horas de trabalho? Só assim você poderá utilizar todo o seu potencial para montar um negócio vencedor na Internet.

Além disso você precisa de...

Se a idéia for um hobby para sua diversão, você não precisa se preocupar com isso. Porém, se você quer montar um negócio de e-commerce bem sucedido e que lhe dê um retorno financeiro aceitável, é preciso analisar criteriosamente cada uma das oportunidades de negócios que se apresentam. Existem na Internet, negócios que podem ser muito lucrativos e mudar a sua vida; existem negócios que podem oferecer alguma margem de retorno financeiro e podem ser excelentes complementos à sua atividade principal; e existem, também, negócios cujas características inviabilizam um modelo lucrativo e deverão ser encarados mais como um hobby. Por esse motivo é fundamental a pesquisa e análise do segmento antes de iniciar o seu projeto de e-commerce.

A Importância do Planejamento na Busca por Oportunidades de Negócios
No Brasil, segundo dados do Sebrae, mais da metade das empresas fecham as portas até o terceiro ano de vida. Um dos principais motivos é a ausência de planejamento. Projetos de e-commerce não fogem a regra. Excelentes oportunidades de negócios são desperdiçadas por falta de um trabalho prévio de pesquisa, levantamento de dados de mercado, conhecimento do produto a ser oferecido e elaboração de um plano de negócios. Veja, a seguir, algumas dicas e locais onde buscar o conhecimento, que vai ajudá-lo a transformar as oportunidades de negócios que o Internet oferece em um negócio de sucesso.

Oportunidades de negócios e diferentes modelos de negócios
As vezes, negócios num mesmo segmento, mas com modelagens diferentes podem apresentar resultados distintos. Veja em Modelos de Negócios na Internet os diferentes modelos de negócios que podem ser montados na Internet.

Questões relevantes sobre o produto a ser vendido na Internet
Na seção de estatísticas, você vai encontrar uma relação atualizada dos produtos mais vendidos através do e-commerce na Internet Brasileira. É a primeira pista sobre que tipo de produtos tem mais chances na rede e as características intrínsecas que tornaram esses produtos bem sucedidos no novo canal. Obviamente, isso não significa que os produtos que não estão listados não são viáveis, lembre-se que a idéia é encontrar nichos de mercado.

Como encontrar um nicho de mercado viável
O desafio aqui é selecionar entre as milhares de oportunidades de negócios que estão na Internet, aquelas que efetivamente atendem aos seus interesses pessoais e também ofereçam boas perspectivas de sucesso. O site ABCcommerce disponibiliza uma ampla pesquisa e seleção de diversas oportunidades de negócios na Internet. São 50 idéias de negócios para você escolher com as informações mais relevantes sobre o negócio e mercado, tais como: modelo de negócio, quantidade e perfil da concorrência, principais competidores, análise do mercado, viabilidade do produto para venda por meio do e-commerce, sugestões de links e literatura sobre o segmento, entre outras informações estratégicas.

Fonte: E-Commerce


Modelos de Negócio na Internet

Modelos de negócio são as diversas formatações que os empreendimentos adquirem ao utilizar a Internet como canal primário ou secundário de comercialização. Como uma lista completa de modelos de negócio poderia se tornar quilométrica, na medida em que qualquer serviço ou produto existente pode ser comercializado via Internet, sistematizamos todas essas alternativas em três grandes grupos: Comerciante, Corretagem e Publicidade com suas respectivas variantes.

Comerciante:

Modelos de negócios que envolvem a comercialização de serviços ou produtos tangíveis/digitais para pessoas físicas (e-tailers) ou jurídicas. Pode ser um negócio totalmente baseado na Internet ou com reforço de uma loja tradicional.
Variantes
Descrição
Exemplo
Comércio  Misto
 Modelo de Negócio tradicional baseado em instalações físicas e que utiliza a rede como mais um canal de comercialização para os seus produtos.
www.livrariasaraiva.com.br   
Comércio  virtual
Comercialização de produtos/serviços exclusivamente pela Internet
www.submarino.com.br
www.lojamultinivel.com
Comércio virtual puro
Comercialização de produtos digitais ou serviços cuja entrega seja realizada pela própria Internet. É a forma mais pura de Comércio Eletrônico uma vez que todo o processo do negócio é realizado on-line. Empresas que vendem  software, musica ou cursos on-line  são exemplos.
www.symantec.com.br www.weblinguas.com.br
Mercantil 
Empresas que vendem produtos ou serviços para outras empresas utilizando-se a Internet como canal de comercialização 
www.quickpack.com.br
Mercantil direto
Modelo de negócio de empresas produtoras de mercadorias que se utilizam da web como canal direto de venda para o consumidor final, eliminando total ou parcialmente os intermediários.
www.caloi.com.br www.celta.com.br 

Corretagem:

Modelos de negócios dos chamados facilitadores de negócios na Internet. São sites que facilitam e estimulam a realização de transações, através da manutenção de um ambiente virtual, que coloca em contato e aproxima os fornecedores e os potenciais compradores.
Variantes
Descrição
Exemplo
Shopping Virtual
Site que reúne diversas lojas virtuais. Receita é obtida através de uma taxa mensal + comissão sobre as vendas realizadas ou pagamentos por anúncios. 
www.sebraecenter.com.br www.shopfacil.com.br

Leilões on-line

 Ambiente virtual que possibilita a oferta de mercadorias e a realização de lances até se chegar a a melhor oferta disponível. A Receita é obtida através de taxas de cadastramento + comissão no caso de empresas  (B2B) ou comissão sobre venda no caso de pessoas físicas (C2C).  Possui variantes como o Leilão reverso, onde os vendedores é que fazem os lances, e o menor preço ofertado leva o pedido.
www.superbid.net www.mercadolivre.com.br 

Portal Vertical
Possibilita a interação entre empresas do mesmo setor de negócio e incentiva a realização de transações através de negociação direta ou  leilões.  Variantes: Comunidades de Negócios, onde além das transações existem um grande fluxo de informação e orientação aos membros da comunidades, como boletins, diretórios de fornecedores. classificados, ofertas de empregos, entre outros; Agregador de compras , que reúne os compradores para obter maior volume e melhor negociação nas compras. 
  www.chemconnect.com 
Metamediários
Aproxima compradores e vendedores sendo que a receita é geralmente obtida através de comissões sobre as transações realizadas através do site. É o caso dos Corretores Financeiros   que facilitam a realização de investimentos por parte da pessoa física, disponibilizando acesso a um ou mais fornecedores de serviços financeiros como compra de ações, seguros, investimentos, ou os sites que dão prêmios aos consumidores para incentivar a compra em sites parceiros.
www.investshop.com.br www.dotz.com.br

Publicidade:

Modelos de negócios que utilizam o conceito das emissoras de TV e Radio, o chamado “Broadcasting”. Oferecem produtos e serviços, gratuitamente, como informação ou entretenimento, geram um grande volume de tráfego e obtém receita através de anunciantes que desejam atingir esse público.
Variantes
Descrição
Exemplo
Portais genéricos

São os grande portais de conteúdo que oferecem conteudo gratuito ou parcialmente gratuito, além de serviços como servidores de emai.l
www.ig.com.br
Portais especializados 
Sites especializados em determinado público ou segmento de mercado. Geram menos volume de tráfego que os portais genéricos mas com um perfil de público mais concentrado, o que é valorizado pelos anunciantes.
  www.maisde50.com.br 
Gratuidade
Sites oferecem algum serviço/produto gratuitamente para gerar volume de tráfego. É o caso típico dos mecanismos de busca e serviços de correio eletrônico.
www.yahoo.com.br  www.hotmail.com

Fonte: E-Commerce.Org

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

E-commerce supera vendas em shoppings da Grande SP

Compras feitas pela internet já representam um faturamento maior que o obtido nos shopping centers da Grande São Paulo, de acordo com uma pesquisa divulgada hoje em São Paulo, durante o 2º Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Prevenção.

De janeiro a julho deste ano, o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões, um valor maior que os R$ 7,2 bilhões movimentados nos shopping centers da Grande São Paulo, de acordo com o estudo da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) feito em parceria com a E-Bit.

O crescimento do e-commerce foi de 41,2% em relação ao mesmo período de 2009. No total, todo o varejo da Grande São Paulo representou um faturamento de R$ 55,62 bilhões no período. Por conta do crescimento do e-commerce, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), feita mensalmente desde 1970 pela Fecomercio, passa agora a acompanhar também o comércio eletrônico, que será denominado "e-PCCV".

A Fecomercio estima que as vendas pela internet cresçam a uma ordem de 25% ao ano. Segundo a entidade, se isso ocorrer, em dois anos as vendas online podem vir a superar as vendas de lojas de departamentos e de móveis e decoração. As vendas online hoje ocupam a nona posição no total do varejo e, com o crescimento, podem ocupar a sétima posição em breve.

Fonte: Portal Terra

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Modelos de Negócio na Internet







Modelos de negócio são as diversas formatações que os empreendimentos adquirem ao utilizar a Internet como canal primário ou secundário de comercialização. Como uma lista completa de modelos de negócio poderia se tornar quilométrica, na medida em que qualquer serviço ou produto existente pode ser comercializado via Internet, sistematizamos todas essas alternativas em três grandes grupos: Comerciante, Corretagem e Publicidade com suas respectivas variantes.

Comerciante:
Modelos de negócios que envolvem a comercialização de serviços ou produtos tangíveis/digitais para pessoas físicas (e-tailers) ou jurídicas. Pode ser um negócio totalmente baseado na Internet ou com reforço de uma loja tradicional.
Variantes
Descrição
Exemplo
Comércio  Misto
Modelo de Negócio tradicional baseado em instalações físicas e que utiliza a rede como mais um canal de comercialização para os seus produtos.
www.livrariasaraiva.com.br
Comércio  virtual
Comercialização de produtos/serviços exclusivamente pela Internet
www.submarino.com.br

Comércio virtual puro
Comercialização de produtos digitais ou serviços cuja entrega seja realizada pela própria Internet. É a forma mais pura de Comércio Eletrônico uma vez que todo o processo do negócio é realizado on-line. Empresas que vendem  software, musica ou cursos on-line  são exemplos.
www.symantec.com.br www.weblinguas.com.br
Mercantil
Empresas que vendem produtos ou serviços para outras empresas utilizando-se a Internet como canal de comercialização
www.quickpack.com.br
Mercantil direto
Modelo de negócio de empresas produtoras de mercadorias que se utilizam da web como canal direto de venda para o consumidor final, eliminando total ou parcialmente os intermediários.
www.caloi.com.br www.celta.com.br

Corretagem:
Modelos de negócios dos chamados facilitadores de negócios na Internet. São sites que facilitam e estimulam a realização de transações, através da manutenção de um ambiente virtual, que coloca em contato e aproxima os fornecedores e os potenciais compradores.
Variantes
Descrição
Exemplo
Shopping Virtual
Site que reúne diversas lojas virtuais. Receita é obtida através de uma taxa mensal + comissão sobre as vendas realizadas ou pagamentos por anúncios.
www.sebraecenter.com.br www.shopfacil.com.br

Leilões on-line

Ambiente virtual que possibilita a oferta de mercadorias e a realização de lances até se chegar a melhor oferta disponível. A Receita é obtida através de taxas de cadastramento + comissão no caso de empresas  (B2B) ou comissão sobre venda no caso de pessoas físicas (C2C).  Possui variantes como o Leilão reverso, onde os vendedores é que fazem os lances, e o menor preço ofertado leva o pedido.
www.superbid.net www.mercadolivre.com.br

Portal Vertical
Possibilita a interação entre empresas do mesmo setor de negócio e incentiva a realização de transações através de negociação direta ou  leilões.  Variantes: Comunidades de Negócios, onde além das transações existem um grande fluxo de informação e orientação aos membros da comunidades, como boletins, diretórios de fornecedores. classificados, ofertas de empregos, entre outros; Agregador de compras , que reúne os compradores para obter maior volume e melhor negociação nas compras.
www.chemconnect.com
Metamediários
Aproxima compradores e vendedores sendo que a receita é geralmente obtida através de comissões sobre as transações realizadas através do site. É o caso dos Corretores Financeiros que facilitam a realização de investimentos por parte da pessoa física, disponibilizando acesso a um ou mais fornecedores de serviços financeiros como compra de ações, seguros, investimentos, ou os sites que dão prêmios aos consumidores para incentivar a compra em sites parceiros.
www.investshop.com.br www.dotz.com.br

Publicidade:
Modelos de negócios que utilizam o conceito das emissoras de TV e Radio, o chamado “Broadcasting”. Oferecem produtos e serviços, gratuitamente, como informação ou entretenimento, geram um grande volume de tráfego e obtém receita através de anunciantes que desejam atingir esse público.
Variantes
Descrição
Exemplo
Portais genéricos

São os grande portais de conteúdo que oferecem conteudo gratuito ou parcialmente gratuito, além de serviços como servidores de email.
www.ig.com.br
Portais especializados
Sites especializados em determinado público ou segmento de mercado. Geram menos volume de tráfego que os portais genéricos mas com um perfil de público mais concentrado, o que é valorizado pelos anunciantes.
www.maisde50.com.br
Gratuidade
Sites oferecem algum serviço/produto gratuitamente para gerar volume de tráfego. É o caso típico dos mecanismos de busca e serviços de correio eletrônico.
www.yahoo.com.br  www.hotmail.com

Fonte: Abrigo Virtual (http://www.abrigovirtual.com.br)