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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Saiba como montar seu escritório sustentável e engordar os lucros da empresa

Em um artigo escrito por Carin H. Petti à PEGN, diz que os prédios verdes fazem bem não só ao meio ambiente, mas também reduzem custos das empresas, aumentando assim os lucros das mesmas. Os custos são reduzidos permanentemente, e chegam a 50% do consumo de água e a 45% do gasto com energia.
A construção é 5% a 10% mais cara que a de um edifício convencional, mas o investimento se paga em dois anos, afirma Nelson Kawakami, diretor-executivo da ONG Green Building Council Brasil.
Veja abaixo as dicas dadas por lá:
  • BOAS MEDIDAS
Alexandre  Affonso
  1. As placas captam a energia solar, utilizada para o aquecimento da água
  2. Os aparelhos de ar condicionado têm certificado de economia de energia emitido pela Eletrobrás em parceria com o Inmetro
  3. Claraboias e janelas favorecem a iluminação natural, reduzem o consumo de energia elétrica e melhoram as condições de trabalho. Um exemplo: na empresa americana de biotecnologia Genzyme, nos arredores de Boston, a produtividade dos funcionários aumentou 15% e as ausências por doença caíram 5% após a mudança da sede para um prédio com muitas janelas e teto de vidro
  4. Floreiras nas janelas contribuem para reduzir a temperatura do interior do prédio
  5. A água da chuva, captada no telhado, é levada pelas calhas a um tanque para armazenagem e depois utilizada para lavar áreas comuns e regar o jardim
  6. O consumo de energia elétrica pode cair até 40% com a instalação de sensores de presença para acionar as luzes de locais menos movimentados, como garagens e escadas
  7. Os restos de frutas consumidas pelos funcionários, folhas secas e a grama cortada vão para a compostagem, que transforma o lixo em adubo orgânico
  8. Vidros especiais, conhecidos como low-e, deixam a luz entrar sem esquentar demais o ambiente
  9. Cobrir o telhado e as paredes com plantas ajuda a resfriar o interior do prédio e a economizar com o ar-condicionado

Alexandre Affonso
  1. Canecas substituem os copos descartáveis
  2. Caixas sob as mesas servem para coleta de papel usado. Em cada andar há cestos de lixo para reaproveitamento. O material pode ser doado a cooperativas dedicadas à reciclagem

Alexandre Affonso
  1. A descarga tem dois dispositivos: um para vazão de seis litros de água, para resíduos sólidos, e outro para três litros, destinado a líquidos
  2. A água do chuveiro dos funcionários é reutilizada nas descargas
  3. Torneiras de pressão ou acionadas por sensores ajudam a reduzir o consumo de água em até 40%

  • COMECE CERTO
  1. Utilize madeira certificada. O desmatamento é causa de 70% das emissões de gases do efeito estufa no Brasil
  2. Use materiais reciclados,como aço, ferro e peças de demolição
  3. Contrate projetos arquitetônicos com menor emprego de aço e cimento. A sua produção gera emissões de carbono
  4. Procure usar cimento do tipo CP 3 e CP 4, produzidos com resíduos industriais
  5. Nunca descarte o material na rua. Contrate caçambas ou leve o entulho a pontos de coleta e reciclagem da prefeitura

Fonte: Sucesso News

sábado, 11 de maio de 2013

Como assegurar um crescimento sustentável


A estratégia da área comercial da empresa deve ser clara para a equipe que sairá para oferecer o produto.
Após a fase inicial da entrada da empresa no mercado, que inclui etapas importantes como a definição do posicionamento da sua oferta e do público-alvo, é necessário focar na estruturação das operações para que você alcance dois grandes objetivos: fazer o seu negócio lucrar e crescer.
Nesta segunda fase, equalizar quesitos como fluxo de caixa, investimentos em infraestrutura e crescimento de vendas é fundamental para fazer a roda girar. Para isto, a palavra de ordem é otimizar e harmonizar as diversas áreas da empresa para que elas habilitem o crescimento com o mínimo de gasto, e equilibrar estas iniciativas para que não haja desencontro entre investimento e receita. Hoje, vamos falar sobre como otimizar os recursos de vendas e marketing.

Do ponto de vista de vendas, é essencial que a estratégia para a área comercial esteja clara à equipe que sairá para oferecer o produto ao mercado. Se a oferta se destaca pelo alto valor agregado, é necessário que os vendedores saibam onde está o “pote de ouro”. Afinal, quais empresas valorizariam a oferta e aceitariam pagar por ela? A definição e o estudo da carteira de contas são fundamentais para o sucesso de vendas e influenciarão diretamente o resultado final de receita e a atitude da equipe comercial. Com a união do conhecimento da carteira e da oferta, os profissionais de vendas estarão aptos a apresentar uma oferta que está, diretamente, relacionada à expectativa do cliente. Isto garante acertos importantes.
A partir daí, os vendedores verão na prática o resultado da estratégia de vendas e será possível motivá-los ainda mais, através de um plano de remuneração adequado. Para decidir como comissionar sua equipe, entre valores fixos ou variáveis, estude seus concorrentes, ou seja, pesquise de que forma isto é feito no seu segmento de mercado. Neste contexto, no qual são definidos os parâmetros de prêmios, é importante ter em mente que a cota do vendedor deve ser definida de forma que ele atinja o seu objetivo. Tenha como base o que você espera gerar de receita considerando o grupo de empresas que você estipulou para compor a carteira dos vendedores e estabeleça uma cota geral. Em seguida, defina a cota de cada vendedor de acordo com o potencial da sua carteira. Somadas, as cotas do time de vendas devem ser maiores que a meta de vendas geral estabelecida pela empresa. Valem dois alertas: uma meta muito alta faz com que o vendedor desanime e uma muito baixa faz com que você perca dinheiro. E, quando estabelecer a cota geral, não esqueça de considerar a sua capacidade de entrega. 
Carlos André é vice-presidente geral para a América Latina da Informatica Corporation, fornecedora líder e independente de soluções de software de integração de dados.
Fonte: Endeavor

terça-feira, 5 de março de 2013

Um pensamento sustentável para as empresas


Por Sérgio Mindlin, presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos 


O ex-vice-presidente norte-americano Al Gore e o ex-banqueiro de investimento da Goldman Sachs David Blood, atuais sócios da Generation Investment Managament, lançaram recentemente o documento Um Manifesto para o Capitalismo Sustentável. Nesse manifesto, publicado originalmente no Wall Street Journal, Gore e Blood defendem pensar a economia a longo prazo, dando especial atenção aos danos que a busca pelo lucro imediatista a qualquer custo pode acarretar para o meio ambiente e para a sociedade. 

Como poderemos verificar no decorrer deste comentário, trata-se de uma proposta absolutamente coerente com aPlataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável, com a qual o Instituto Ethos vem trabalhando desde 2010. Nessa plataforma, lança-se justamente a ideia de que não é sustentável um mundo cujo foco é o retorno imediato do investimento e no qual pelo lucro vale qualquer atitude e ação. Precisamos pôr em prática um modelo de economia que promova a inclusão social e o equilíbrio ambiental e atue de maneira transparente, baseando-se na ética em todos os seus encaminhamentos. 

Como se vê, Al Gore, que ganhou um Oscar pelo documentário Uma Verdade Inconveniente (pioneiro na revelação das consequências do aquecimento global), e David Blood estão pensando na mesma direção e publicam o seu manifesto no veículo por excelência do mercado financeiro – o Wall Street Journal. 

Introduzem a ideia de pensamento econômico de longo prazo, citando Omar Bradley, general norte-americano da Segunda Guerra. Ele disse naquela época: “É tempo de sermos guiados pelas estrelas, e não pelas luzes de cada navio que passa”. Com essa frase, Gore e Blood começam a falar sobre a importância de se abandonar o pensamento econômico de curto prazo como primeira atitude para lançar as bases do capitalismo sustentável. 

Os autores lembram que desde antes da crise eles e outras pessoas vêm alertando o mundo em favor de uma forma mais responsável de capitalismo, o capitalismo “sustentável”, entendido como um framework que busca maximizar o valor da economia de longo prazo por meio da reforma dos mercados e da integração do social, do ambiental e da governança. 

Eles chamam atenção para o fato de que, no atual momento da economia mundial, é preciso parar e fazer uma avaliação de quais atitudes devem ser adotadas de agora em diante, quais os impactos que elas acarretarão à sociedade e ao meio ambiente e, se forem grandes, como minimizá-los. 

Para eles, é imprescindível minimizar esses impactos por meio do abandono do pensamento nos lucros imediatos e o engajamento numa maneira de atuar focada no longo prazo, para poder pensar a sustentabilidade de maneira clara e prioritária. 

Os sinais de que o planeta está em seu limite e que a busca incessante pelo imediato está causando problemas são mostrados a todo momento nos noticiários: mudanças climáticas, escassez de água, doenças, crescente desigualdade de renda, pobreza, volatilidade econômica e muitos outros. 

A empresa não pode fazer o trabalho do governo ou da sociedade, mas tem o importante papel de repensar suas atividades e mobilizar o capital necessário para superar os desafios que estão à nossa frente. O que é preciso é uma reforma na maneira de encarar os mercados, de modo que atendam as reais necessidades da sociedade, integrando as métricas ambientais, sociais e de governança em todo o processo. 

Na verdade, o capitalismo sustentável, que se aplica a toda a cadeia de valor de investimento e a toda atividade existente nela, deve transcender fronteiras e classes. O manifesto mostra ainda que as empresas que defendem essa forma de capitalismo agregam valor a sua imagem, pois estão diminuindo os danos causados ao meio ambiente e para a sociedade. Além disso, as empresas e os investidores que incorporam o capitalismo sustentável aos seus negócios aumentam a lucratividade a longo prazo. 

No manifesto são citados quatro importantes benefícios às empresas: 
- o mercado e os consumidores estão atentos a comportamentos sustentáveis e isso faz com que uma empresa que desenvolva produtos e serviços sustentáveis fique em vantagem em relação às demais; 
- o capitalismo sustentável também auxilia as empresas a poupar dinheiro, uma vez que reduz o desperdício; 
- as empresas, ao pensar nas métricas ambientais, sociais e de governança, acabam tendo maior adesão às normas e gerenciam melhor seus riscos; 
- o desenvolvimento sustentável acarreta maiores lucros financeiros, pois esse pensamento afeta a imagem e o valor das empresas a longo prazo. 

O manifesto termina citando cinco ações que as empresas devem adotar para incorporar esse novo modelo econômico para o crescimento mundial, com a crença de que o capitalismo sustentável irá criar oportunidades e recompensas, mas também significará desafiar a ortodoxia perniciosa do curto prazo. 

São elas: 
- identificar e incorporar os riscos àquele patrimônio cujo valor mudaria drasticamente, positiva ou negativamente, se ocorressem grandes externalidades; 
- tornar obrigatórios os relatórios integrados; 
- acabar com os relatórios trimestrais de orientação de investimento; 
- alinhar estruturas de remuneração com desempenho sustentável de longo prazo; 
- incentivar o investimento de longo prazo. 

São sugestões controversas, algumas, mas dentro do espírito de discussão que já deveria estar mais espalhado pela sociedade, dada a proximidade da Rio+20. A questão do pensamento de longo prazo e suas decorrências serão muito discutidos na conferência da ONU. Serão também um dos assuntos da Conferência Ethos 2012, que terá como tema central “A Empresa e a Nova Economia: o Que Muda com a Rio+20” e vai realizar-se um pouco antes da Rio+20, entre 11 e 13 de junho, em São Paulo.




Fonte: Instituto Ethos 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Redes sociais influenciam compra de produtos verdes, diz pesquisa

Propagandas e programas de TV ainda são os mais levados em conta no processo de decisão de consumo, mas Facebook e Twitter vêm ganhando destaque

Por Letícia Alasse

As redes sociais influenciam os consumidores na hora de comprar produtos sustentáveis. É o que indica a pesquisa ImagePower Green Brands 2011, realizada pela Penn, Schoen & Berland Associates (PSB), com nove mil pessoas, na Alemanha, Austrália, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia e Reino Unido.

As propagandas e os programas de TV ainda são os meios mais levados em conta na hora da compra, com 46% e 38%, respectivamente. O Facebook e Twitter, no entanto, vêm ganhando espaço, com 26% das citações. O mesmo processo acorre na Índia (27%) e na China (34%). Já nos países desenvolvidos, a influência das redes sociais na vida dos consumidores é menor. Nos Estados Unidos, o índice é de 7%, no Reino Unido e na Austrália, de 5%, e na França é de apenas 3%.

Em relação às empresas, os brasileiros são os mais exigentes e 81% desejam que as companhias sejam responsáveis por reciclar as embalagens de seus produtos. Em seguida aparece a Alemanha (77%), a Índia (71%) e os Estados Unidos (57%). A Natura está no topo do ranking das empresas mais verdes no Brasil, seguida por O Boticário, Ypê, Unilever, Nestlé, Petrobras, Bombril, Johnson & Johnson, Avon e Hering.

O estudo revela ainda a importância da embalagem para os consumidores. De acordo com o levantamento, 38% dos 1.001 entrevistados no Brasil afirmam que as informações no rótulo pesam na sua decisão. A maioria também considera essencial que as embalagens apresentem mais dados, como o impacto ambiental do produto (78%), a origem (76%) e o processo de fabricação (65%). 


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sustentabilidade pode ser digital

Confira as cinco políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis

Depois de transitar com muito vai-e-vem pelos âmbitos científico, acadêmico, empresarial e político, o conceito da sustentabilidade finalmente chega à casa de milhões de famílias brasileiras. Além do resultado da rodada do futebol do dia anterior e da condição climática para o final de semana, os impactos do descarte de lixo doméstico ou do consumo residencial de água no aquecimento global passam a fazer parte da pauta de assuntos e preocupações cotidianas de boa parte dos cidadãos brasileiros.

Em outras palavras, depois que a palavra sustentabilidade foi dita e “martelada” na consciência do cidadão uma porção de vezes durante os debates e a propaganda política das eleições para presidente e governador, o tema definitivamente entrou na agenda de prioridades da sociedade (e da mídia em geral) como relevante para seu envolvimento, contribuição e aplicação.

Este cidadão comum, que por sua vez também é um cliente de empresas e consumidor de produtos e serviços, cada vez mais se questiona em relação ao seu papel como agente de transformação e, por consequência, busca informações sobre como transformar seus hábitos e ações em aplicação da sustentabilidade.

Algumas das questões que se colocam são: como devo contribuir? O que devo fazer para cumprir minha obrigação e corresponsabilidade? E quanto se fala de corresponsabilidade, cada pessoa (em seus diversos papéis: cidadão, consumidor, familiar, líder etc.) ou organização de pessoas (empresa, governo, entidade, associação etc) tem sua “parcela de culpa e responsabilidade no cartório”.

Quando avaliamos o papel das empresas, outros pontos aparecem, tais como: qual deve ser o conjunto de filosofias, ações e premissas que as empresas devem seguir, respeitar e incentivar para se tornarem qualificadas como praticantes da sustentabilidade (considerando seus aspectos econômico, social e ambiental – triple bottom line)? Quão profunda ou ampla deverá ser a defesa de tais conceitos em sua adoção corporativa? E quais os resultados esperados para a empresa, para seus públicos de interesse e para o entorno?

Essas são questões complexas e existenciais, que mexem profundamente na cultura e no modelo de negócio das empresas, e que deverão ser respondidas no curto prazo por livre e espontânea pressão estratégica.

Com o pequeno agravante de que a intensidade de cobrança das relações de corresponsabilidade entre os diversos envolvidos (e culpados) aumenta exponencialmente no ritmo das redes sociais digitais. 

Neste contexto, não há espaço para a falta de transparência ou de diálogo contínuo com os diversos públicos de interesse, seja em relação a demandas relacionadas à postura sustentável da empresa ou não, pois o simples fato de atuar nas redes sociais representa uma oportunidade de aplicar a sustentabilidade na prática.

Dessa forma, a aplicação digital da sustentabilidade (ou o desenvolvimento de uma política e conduta de sustentabilidade digital) representa uma aplicação essencial do tema para as empresas conscientes e comprometidas com sua relação. Porém, um ponto importante a ser destacado se refere ao fato de que a sustentabilidade digital não é uma abordagem isolada de uma ou outra empresa, mas sim, uma postura e compromisso setorial que não deve incluir apenas empresas, mas que fundamentalmente envolve o usuário e demais agentes como governo, universidades e ONGs.

Ou seja, de nada adianta a empresa ser digitalmente responsável se o usuário, consumidor ou funcionário não fizer sua parte. Como a web é uma rede de relações e relacionamentos, todos os agentes estão correlacionados e são, portanto, interdependentes e corresponsáveis por sua governança e utilização responsável.

Dessa forma, a definição de um código de conduta para a atuação digital sustentável nas empresas se faz premente. Como o próprio conceito de sustentabilidade demanda a construção conjunta e colaborativa (coconstrução), colocamos a primeira pedra sugerindo as 5 primeiras políticas e diretrizes para as empresas se tornarem digitalmente sustentáveis.

Sustentabilidade digital

1. Responsabilidade no relacionamento com públicos de interesse: adoção de clareza e respeito à permissão de interação e acesso dado por cada público e adequação da mensagem, conteúdo e formato da informação (e rede de interação) ao seu interesse e perfil.

2. Transparência na comunicação institucional: garantir correção, atualização e prontidão na disponibilização de dados e informações de interesse e relevância para cada público.

3. Transparência nos processos de transação on-line: garantir a realização de compras, vendas, aquisições, licitações, leilões e demais formas de transação com condições claras e regras bem definidas, evitando erros de compreensão ou indução ao erro.

4. Responsabilidade no monitoramento: monitorar o comportamento do usuário para evitar fraudes à empresa ou aos públicos de interesse definindo os devidos limites entre monitoramento e invasão de privacidade.

5. Utilização devida da propriedade intelectual: utilizar de forma responsável a propriedade intelectual através da citação de fontes e autores, no caso de conteúdo de terceiros, e da adoção de dispositivos de proteção de capital intelectual quando proprietário, bem como incentivo aos demais públicos de interesse sobre esta diretriz.

Discorda ou tem um ponto de vista diferente sobre a adoção das políticas e diretrizes abaixo como sustentabilidade digital?

Charles Beck Varani (Consultor do Grupo ECC, especialista em estratégia web, estratégia multicanal, TI e relacionamento com o cliente)

Fonte: Ideia Sustentável

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sábado, 25 de setembro de 2010

As 10 ideias sustentáveis mais curiosas

Atualmente, muito se fala a respeito de preservação ao meio ambiente, mas pouco se faz na prática. Confira aqui dez invenções inusitadas que respeitam a Mãe Natureza:

1 – Hotel oferece refeições de graça para quem estiver disposto a gerar eletricidade

O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca, oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade – aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.

2 – Bar capta energia produzida pela dança de seus frequentadores

Todas as luzes e os sons de uma “balada” gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.

3 – Bordel oferece desconto aos clientes que forem de bicicleta

Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel “Maison D’envie”, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.

4 – Empresa cria impressora que não usa tinta nem papel

Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.




5 – Universidade constroi “telhado verde”

O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.

6 – Designer cria pia que utiliza água desperdiçada para regar planta

Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.

7 – Designer cria chuveiro que o obriga a sair quando já desperdiçou muita água

O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho – seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.








8 – Designer cria interruptor que muda de cor para ensinar crianças a economizar energia

Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.








9 – Empresa cria grampeador sem grampos para evitar poluição

Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele “recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas”. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.



 10 – Designer cria carregador de iPhone alimentado por aperto de mão

Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de “You can work it out” – uma brincadeira entre encontrar uma solução (work it out) e exercitar-se (to work out) – e foi pensado por Mac Funamizu.











Fonte: HypeScience