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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O empreendedor organizado

É extramente necessário um mínimo de organização para se aventurar na abertura de uma empresa

Por Celso Flausino

O sucesso de uma empresa passa com certeza pelo processo de organização. O verbo organizar deve ser uns dos mais conjugados pelos empresários e/ou gestores de negócios, e de maneira alguma pode-se dizer que este é um caminho fácil, pois demanda de muito tempo e investimento financeiro para iniciar este processo, que felizmente ou infelizmente não tem fim, a empresa jamais estará organizada o suficiente para encerrar essa atividade.

Para aqueles que pretendem abrir um pequeno negócio, é extremamente importante que o processo de organização comece com passos simples, como por exemplo:

- Definir o quadro funcional o mais enxuto possível;
- Estabelecer com clareza a descrição de função para cada cargo;
- Definir as regras de comando e subordinação;
- Definir os processos e procedimentos adotados em toda a empresa;
- Estabelecer princípios e regras transparentes para a gestão empresarial, principalmente se a mesma for conduzida por mais de um proprietário;

E após os primeiros passos da empresa com certeza ira surgir necessidades e carências no processo de condução dos negócios, e uma das primeiras a encabeçar esta lista com certeza será algo relacionado a sistema de informação. Pois as decisões tomadas pelos gestores do negócio deverão ser embasadas em uma informação concreta e de qualidade, pois a eficácia da organização depende de itens como planejamento, controle, direção e organização. Sendo assim, até mesmo uma micro empresa necessita do básico em termos de organização para se manter competitiva no mercado, podemos citar:
- Cadastro de clientes;
- Cadastro de fornecedores;
- Cadastro de produtos;
- Movimentação e controle dos estoques (entradas e saídas de produtos);
- Contas a pagar;
- Contas a receber;
- Fluxo de caixa.

Assim, é pertinente expor que o citado acima é apenas um destacamento de alguns pontos importantes para aqueles empreendedores que são movidos apenas pela paixão, de maneira alguma é uma receita que possa indicar o caminho do sucesso, pois aqui se encontra apenas a ponta do iceberg. É extremamente recomendável que os empreendedores de plantão busquem o conhecimento e o aprofundamento em todas as questões relacionadas ao nicho de mercado em que estão ou que pretendem adentrar. Sucesso a todos.

Fonte: Administradores

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Conheça os desafios do profissional freelancer

Identificar as oportunidades de trabalho autônomo pode ser o caminho para iniciar uma carreira. Porém, saber lidar com as oscilações do mercado é fundamental para o sucesso de um freela.

A busca por maiores oportunidades, flexibilidade de horários e não ter um chefe são alguns dos motivos que levam profissionais a se tornem freelancers. Contudo, o trabalho independente exige disciplina e saber lidar com as oscilações do mercado de trabalho.

O webdesigner, Felipe Figueiredo Lacerda, nos conta que se tornar freelancer foi mais uma questão de oportunidade do que uma decisão. “Eu já trabalhava numa empresa e, aos poucos, com meu trabalho sendo conhecido, fui sendo indicado por amigos para outras pessoas que também precisavam do serviço que eu prestava.”

“O que acontece algumas vezes é que quando os prazos apertam ou surge alguma urgência é preciso trabalhar mais do que o normal, virar a noite, perder finais de semana,"afirma Felipe.

De acordo com Felipe, a rotina de um Freela, quando este é regrado no trabalho, não é muito diferente de um profissional que está dentro de uma empresa. “O que acontece algumas vezes é que quando os prazos apertam ou surge alguma urgência é preciso trabalhar mais do que o normal, virar a noite, perder finais de semana. Além disso, o freela muitas vezes trabalha como vendedor e técnico, precisa estar disponível para reuniões e para atender as necessidades dos clientes diariamente.”

O jornalista Raphael Paradella durante a faculdade trabalhava com artes, devido a oportunidades de estágio e até mesmo por diversão. “Assim que me formei, comecei a procurar emprego na área de jornalismo ou assessoria de comunicação. Nos primeiros meses, que geralmente são os mais complicados neste sentido, estava sem dinheiro e sem ocupação fixa. Foi quando uma amiga, que já tinha visto algumas artes informais minhas, pediu para que elaborasse a identidade visual da empresa de consultoria administrativa dela. No começo achei que fosse questão de ajuda mesmo, mas, durante o trabalho percebi que poderia ser algo interessante trabalhar por minha conta de maneira informal.”

“é preciso compreender que a vida de freela é instável, então, temos que dar prioridade ao emprego formal”, afirma Raphael.

Raphael faz trabalhos independentes há quatro anos, conciliando com outros compromissos profissionais. Segundo ele “é preciso compreender que a vida de freela é instável, então, temos que dar prioridade ao emprego formal.” Contudo, ele acrescenta que também é necessário se profissionalizar como autônomo para não perder esta oportunidade de trabalho. “Busquei práticas de mercado que eu poderia implantar como autônomo, como contrato de prestação de serviços, prazos para entrega, valores e orçamentos, um computador próprio para o desenvolvimento das peças e outros. Além disso, é preciso ter uma visão ética dos processos.”


Os desafios 

O fotógrafo Lucas Tavares, começou o trabalho independente por meio de convites de outro profissional da área para desenvolver alguns projetos. Atualmente, ele se mantém financeiramente como freelancer. “Trabalho chama trabalho. Quando dei por mim já tinha uma carta de alguns bons clientes que me possibilitaram a trabalhar por conta própria, mesmo quando eu estava empregado na redação de um jornal.”

Felipe Lacerda ressalta que um freela deve ser disciplinado e ter grande senso de responsabilidade. “Se você não consegue cumprir prazos pode manchar sua reputação, isto significa mais dificuldade para captar clientes. É preciso também ter organização, com o aumento do número de trabalhos, você precisa definir o que é prioridade e organizar o seu tempo.” O webdesigner ainda lembra que, como autônomo, você passa a não ter um chefe, mas tem um cliente e este, muitas das vezes, pode ser mais exigente que um patrão.

De acordo com Raphael Paradella, os pontos positivos e negativos de ser freela se convergem na informalidade. “Somos vistos como aqueles que tiram trabalho de profissionais formais, que geram desconfiança quanto ao profissionalismo e capacidade de organização. Tudo isso é capaz de gerar certo preconceito negativo. Mas, por outro lado, temos valores mais baixos, assumimos menor tramite burocrático, somos dinâmicos na negociação de valores e prazos e temos, muitas vezes, a mesma qualidade de serviço de uma empresa formalizada.”

Felipe também acrescenta como vantagem de ser freelancer a flexibilidade de horário. “Você pode decidir trabalhar em dobro num dia e tirar o outro de folga. Outro ponto é que com um trabalho bem feito, há o reconhecimento direto de quem encomendou o projeto e isso é muito bom, atrai outros clientes e divulga o seu trabalho.”

Porém, para aqueles que pretendem ingressar na profissão como freelancer, Felipe aconselha “antes de decidir ser um freela e viver somente disso, é preciso planejar com muito cuidado e sempre ter uma poupança para os momentos de crise financeira.” E Lucas Tavares ainda acrescenta “é preciso ter consciência que, embora você seja seu patrão, a cobrança deve existir para que os trabalhos sejam bem feitos e entregues no prazo. E isso depende de toda uma estrutura que há no mercado formal, mas que é o profissional freela que tem que aplicá-la no seu trabalho.”

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Home office: fazendo caber em apartamentos pequenos


Manter seu escritório doméstico em um apartamento pequeno pode ser um desafio. E se eu não posso lhe oferecer uma fórmula geral para fazer caber, ao menos posso lhe dar algumas idéias interessantes, com base no que outras pessoas já conseguiram ;-)

Durante anos eu mantive o meu escritório doméstico em um cantinho da sala do apartamento. Hoje me sinto praticamente em Shangri-Lá, com o conforto luxuoso de um cômodo inteiro (embora seja o menor da casa) dedicado a esta finalidade, mas continuo interessado e acompanhando de perto as novidades na organização de espaços para fazer com que o escritório doméstico caiba em um cantinho e mesmo assim seja um instrumento de efetividade.


Afinal, em um canto do apartamento dá para fazer caber até mesmo uma configuração como a do Mandrake, mostrada na foto acima. ;-)


A foto acima me parece um pouco mais “pé-no-chão”, aproveitando bem um canto de sala, mas fugindo de um problema comum a configurações em cantos: o conjunto de nichos e escaninhos oferece bastante espaço para fazer caber a papelada e as ferramentas. Para preservar a estética, já que fica tudo exposto (e fácil de alcançar), foi usado o Velho Truque das Caixas Organizadores de Uma Cor Só(©). Trata-se do home office de Fazal Khan.



O escritório acima se baseia no mesmo princípio (estante de cubos ao lado de uma escrivaninha) mas, além da estética bem mais refinada, acrescenta um elemento interessante que você pode considerar no seu projeto: uma das colunas de nichos tem portas transparentes, que preservam do pó (e da fauna doméstica) o que você guardar lá dentro, sem prejudicar a visibilidade. Um amigo meu adotou esta prática para todas as estantes da biblioteca dele, e não se arrepende: segundo ele, o benefício supera em muito o custo, mesmo tendo de abrir e fechar portas sempre que quer ter acesso a algo.


O modelo acima, do Afterthetone, entrou na lista por duas razões. A primeira é que ele foi improvisado a partir de peças existentes na casa: o tampo superior, que sustenta o monitor, era originalmente uma prateleira, e está suspenso sobre dois arquivos. A segunda é que ele libera bastante espaço quando não está em uso, porque o tampo inferior (teclados e escrivaninha) dobra para baixo, ficando paralelo e rente à parede, graças a duas dobradiças presas junto a ela. Se o seu home office fica em um espaço compartilhado por outras atividades ou familiares, algo assim pode ganhar vários pontos extras.


Completando a lista, temos a escrivaninha dentro do armário. O exemplo acima é para quem trabalha em pé, e resume o espaço do seu escritório doméstico ao que coube dentro de um roupeiro. Mas dependendo do móvel que você for adaptar, pode ser possível montar uma escrivaninha para trabalhar sentado, na altura comum. E a idéia nem é nova: meu avô tinha uma dessas como mesa auxiliar no escritório dele, desde décadas atrás.

Você tem um escritório diminuto em casa e ele funciona bem? Tente tirar uma foto dele, disponibilizar na Internet, e aí colocar a URL dela, e uma breve descrição, nos comentários desta notícia, para ajudar a inspirar os demais leitores que têm a mesma necessidade.

Fonte: Efetividade.net

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Você usa bem o tempo que o seu ganho de produtividade libera?


Tenho escrito bastante sobre Home office, trabalho em casa, e outras formas que, em sua essência, permitem um grande ganho de produtividade ao remover obstáculos comuns a ela, como as interrupções fora de controle, o tempo de preparação e deslocamento, e vários outros.

Mas traço sempre uma linha clara aí: o objetivo não pode, ou ao menos deveria, se limitar ao ganho de produtividade e de eficiência – isto deve ser um meio para a efetividade, aproximando você de algum objetivo maior. Numa recente entrevista, expus minha posição pessoal sobre isso, ao responder sobre o método GTD:

Mas algum tempo depois de ler o livro Getting Things Done, acabei concluindo que para mim isto tudo só valia a pena se fosse usado em conjunto com o conceito de efetividade, e não em uma ótica de eficiência ou produtividade pessoal.

O meu objetivo é tornar minha rotina mais agradável, com resultados que produzam os efeitos esperados, modificando o meu ambiente de forma positiva. Outras pessoas têm demandas diferentes, e precisam manter em primeiro plano a questão da eficiência e da produtividade pessoal, e no caso delas eu acredito que seja melhor fazer uma interpretação mais literal do GTD ou de outras metodologias que se adaptem à sua rotina.
E creio que venho levando isso bem a sério: cada vez mais, venho aplicando em meu próprio benefício os ganhos de produtividade e eficiência que obtenho na minha “carreira solo”, mantendo bem clara a intenção de “tornar minha rotina mais agradável, com resultados que produzem os efeitos esperados, modificando o meu ambiente de forma positiva” – passando bem longe da cultura do “Karoshi”, termo japonês que significa “trabalhar até a morte” (no sentido literal, de morrer de tanto trabalhar), algo reconhecido juridicamente por lá desde a década de 1980, como visto num caso recente.

Isso corresponde também ao discurso moderno das negociações entre patrões e empregados: o aumento de eficiência alcançado pelos trabalhadores, com o seu aprendizado, adaptação a formas mais avançadas de automação, metodologias da qualidade, etc. não deve reverter *apenas* em benefício do empregador: uma parcela deve ser distribuída aos funcionários também, a título justamente de “ganhos de produtividade”.
Nesse sentido, uma coluna do Ricardo Kotscho me fez pensar exatamente sobre o lado oposto da questão acima: o objetivo também não pode se limitar a “ter mais tempo livre”. É preciso dar pelo menos mais um passo, e decidir para que desejamos ter este tempo livre.

A coluna dele, intitulada “No meio da semana, entre a liberdade e a solidão“, foi escrita na semana do apagão da Internet em SP, que o atingiu em cheio. Mas ele é seu próprio chefe, não tinha nada agendado, e ia pra praia naquele dia, e foi.

Mas, na praia em um dia de expediente, ele acabou descobrindo que as suas metas estavam erradas – ele freqüenta a praia pelas companhias, e não pela natureza ou pelo clima. Só que num dia de expediente, nenhuma das companhias está lá – e isto deu origem a uma coluna melancólica (mas não triste), justamente sobre a questão de perceber, depois de alcançar uma meta, que a meta estava errada: aquilo que ele estava perseguindo não era o que de fato ele queria ou precisava.

Sozinho no mundo, liguei logo para meu único irmão, o popular Alemão, que mora em São Sebastião, e só vai uma vez por mês para São Paulo, convidando-o para jantar. Sem mulher nem lépitópi, a solidão não demorou a bater.

Fui até o armazém do Boi, aonde pescadores, aposentados e pedreiros do condomínio costumam se encontrar para tomar cerveja nos finais de tarde, mas nem os bebuns de costume, nem o Boi, estavam lá.
Solitária, a balconista Nilda se queixava da falta de movimento, do silêncio, do marasmo absoluto da vida na praia nestes dias frios de julho – eram lamúrias no sentido inverso de quem precisa enfrentar o trânsito das seis da tarde em São Paulo.

E ele continua, lembrando uma experiência parecida que viveu em 2000: chegou a se aposentar, com o plano simplesmente de “morar na praia”, mas cometeu o mesmo erro. Assim que a temporada de verão acabou e a “praia” passou a ser um deserto frio, ele percebeu que tinha mirado no alvo errado e… “Cheguei a tomar algumas notas para o livro, mas não agüentei nem dois meses. A cada semana, mais alguém ia embora da praia, o silêncio foi ficando ensurdecedor e, antes de março começar, já estava trabalhando outra vez na grande imprensa, com o Augusto Nunes, na revista “Época”.”

O que nos leva a duas reflexões:
  • Os meus ganhos pessoais de produtividade e eficiência estão revertendo a meu favor?
  • Eu sei onde quero chegar com estes ganhos?
Fonte: http://www.efetividade.net

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Como não perder tempo com as redes sociais

As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas, e isso obviamente afetou o nosso tempo de alguma forma
Por Christian Barbosa*

Há alguns anos, quando falávamos sobre redes sociais - ou mais especificamente o Orkut (que era a rede predominante na época) - a maioria das pessoas achava uma perda de tempo, que eram desnecessárias, coisa de adolescente ou apenas para diversão. Em pouco tempo essa percepção foi totalmente alterada.

Podemos comparar a entrada das redes sociais com a entrada do celular na vida das pessoas. No começo muita gente jurava que nunca precisaria de um celular, e que era o "fim dos tempos" ter que andar com o telefone no bolso. Hoje em dia, a grande maioria dos brasileiros não consegue mais viver sem o seu aparelho.
As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas, e isso obviamente afetou o nosso tempo de alguma forma. Se usar bem essas ferramentas, você pode aproveitar dos benefícios, agora se usar mal, vai conseguir mais um ladrão de tempo para você se perder na sua rotina.

Muitas empresas me questionam se devem ou não liberar o acesso às redes sociais na empresa, e digo que deve ser proibido apenas se sua empresa revista os funcionários e proíbe a entrada de celular. Caso contrário, tem de estar liberado! Rede social é parte da vida e do tempo de todo mundo, ajuda a impulsionar muitos negócios, gera networking, contrata pessoas, busca informações, ajuda a pessoa a relaxar, a se comunicar, etc.

Na minha visão, as empresas e você precisam se preocupar como o uso consciente da ferramenta, ou do contrário, a má utilização poderá matar sua produtividade por completo. Se mesmo assim achar que deve bloquear, então use um meio termo: libere nos horários pré e pós-expediente.

Veja algumas dicas sobre como não perder tempo com as redes sociais:

Participe de redes sociais relevantes – Você não precisa estar em 10 redes sociais, selecione as mais relevantes e que tenha o maior número de pessoas conectadas a seus objetivos. Eu participo apenas de 4 redes (atualizo pessoalmente): Twitter, Facebook, LinkedIn, Orkut, o resto não me agrega.

Desabilite os avisos de recados e mensagens – Configure suas redes para não ficar te avisando, apitando ou enviando e-mails a cada nova mensagem ou scrap que você receber. Se você visualizar todos os avisos, vai perder um tempo que você nem imagina e o que os olhos vêem, a curiosidade não consegue controlar, não é?

Tenha horários – Assim como no e-mail, nada de ficar com a rede aberta toda hora. Defina horário ou dias para atualizar e olhar suas redes. Costumo olhar minhas redes sempre de noite ou aos domingos. O twitter, quando estou na empresa, vejo três vezes por dia e olhe lá.

Utilize Softwares – Existem milhares de programas que ajudam você a atualizar suas redes sociais de forma simples e integrada. Recomendo o Tweetdeck, ele integra todas as minhas redes, ou seja, basta escrever uma vez para todas as redes serem atualizadas. O Echofon para Firefox também é excelente. Para celulares existem diversos, basta dar uma pesquisada para encontrar algum com a sua cara.

Dica para o twitter – Como o twitter está na moda, a minha dica é: siga poucas pessoas, mas com conteúdo relevante. Se você seguir muita gente não deve estar usando o twitter como fonte de conhecimento e provavelmente ele não deve estar agregando muito valor ao seu dia-a-dia, pois acaba tendo tantas mensagens que dificilmente você vai ver.

Redes Sociais é a invenção mais nerd que deu mais certo no mundo dos "pops"! Impossível viver sem, mas não se perca por causa dela, saiba usá-la com sabedoria e não jogue seu tempo no lixo!

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*Christian Barbosa
Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. É fundador da Triad Consulting, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Dá treinamento e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. É Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.
Fonte: http://administradores.com.br